Artigo: A prática do “Quem indica” nas empresas - Luiz Gabriel Tiago (Sr. Gentileza)

A prática do “QI” pode ser saudável e, muitas vezes, imprescindível, principalmente quando conhecemos pessoas da nossa área e mantemos em nosso relacionamento profissionais que desempenham atividades parecidas com a nossa.

Muitas empresas precisam de indicações diretas por não conseguirem – no mercado – “garimpar” candidatos que se encaixem ao perfil da vaga a ser preenchida ou por não existirem tantos especialistas disponíveis.

Assim, o “QI” será muito bem vindo quando não confundirmos interesses pessoais (como querer indicar a esposa ou o namorado por causa dos benefícios e não por causa da competência) com as necessidades da empresa.

Até pouco tempo ouvíamos as pessoas dizerem: “Me diga com quem andas, que te direi quem és”. Hoje, sem dúvida, ajustamos esse ditado popular para: “Me diga quem são seus seguidores nas redes sociais que te direi quem és”.

Criar relacionamentos hoje em dia é fundamental, pois a qualidade da sua rede de contatos pode abrir portas e facilitar a conquista de espaço no mercado de trabalho.

Não acredito que, aqueles que têm uma boa experiência profissional perderão chances boas se não tiverem uma vasta malha de contatos, mas precisam expandir suas relações para poder mapear oportunidades que, por tendência, surgem no “boca-a-boca” ou por indicação direta. Sua experiência profissional e formação são importantes sim e não foram substituídas pela simples indicação de amigos ou de contatos nas redes sociais. Uma não extingue a outra, mas se somam e – em conjunto – são o diferencial na hora de aproveitar uma oportunidade.

Mesmo assim, algumas empresas adotam em sua política de contratação, a candidatura de pessoas de fora, de forma que possam lidar com um número maior de pessoas num processo de seleção e tenham um universo maior de perfis diferentes. A escolha não será, necessariamente, por aquele candidato que foi indicado por alguém de dentro da empresa. O contrário também acontece: quando as empresas aceitam candidaturas internas em primeiro lugar. Caso a vaga não seja preenchida, divulgam nas redes sociais ou no próprio site.

Ter uma rede de contatos ampla e proveitosa não é difícil, mas pode dar um pouco de trabalho no início. O importante é começar. As redes sociais são boas ferramentas para isso, em especial o LinkedIn, pois todos se conectam através de interesses exclusivos em negócios, vagas, recursos humanos ou simplesmente em networking inteligente.















Luiz Gabriel Tiago 
Sr. Gentileza