quarta-feira, 12 de abril de 2017

Até que ponto voce é solidário?

Um sorriso nos lábios, um olhar esperançoso, um gesto repleto de gratidão, um coração feliz diante de um ato que concretiza o mais nobre sentimento e se conhece por um nome: solidariedade.Ato de olhar o mundo com cuidado, sabendo o quanto é importante que ele esteja saudável.Ato de ter empatia pelo outro.Ato inerente àqueles que amam verdadeiramente.Não só em palavras, mas em síntese, por completo.
O mundo é competitivo, muitos querem sempre mais vantagens materiais, intelectuais, mais poder e status que os outros.A linguagem deste tipo de mundo afirma que o importante é ganhar e não medir esforços para isso.
E, muitas vezes, esses esforços são: terríveis genocídios, traições, violência gratuita, inveja consumada, egoísmo inaceitável, atitudes irracionais, um verdadeiro coquetel de ambição exacerbada.Mas, o indivíduo não pode precisar este sentimento competitivo, sem analisar o propósito dessas ações.Por que não abolir a competição e ratificar a cooperação? Por que vendar os olhos do coração e anestesiar os sentimentos? Que prêmio é tão importante que não pode ser compartilhado,e deve ser alegria só de alguns?
O mundo seria muito mais contente, mais aconchegante, muito mais charmoso se fosse mais sorridente.Para isso acontecer, ele precisa ser mais solidário.E, não é difícil como alguns podem pensar.É muito mais fácil e útil fazer brotar um sorriso no rosto de uma pessoa, que leva – lá a chorar.É compreender o mandamento e discernir sobre ele: “ame ao seu próximo, como a si mesmo”.É respeitar as diferenças e discriminar o preconceito.Fazer o bem, mas olhando e respeitando a quem.Enxergar a alma do outro, através do olhar.Ter sensibilidade para identificar suas necessidades.Não esperar algo em troca.Se doar sem querer barganhar.

Texto: Priscilla Lima
Fonte: Internet


terça-feira, 4 de abril de 2017

Campbell Remess, uma lição para o mundo todo :)


Quando ele tinha apenas 9 anos de idade, o pequeno Campbell Remess fez um pedido bastante diferente aos seus pais: ele queria dar presentes de Natal para as crianças que estavam internadas no hospital. Os adultos, no entanto, explicaram que a empreitada custaria muito dinheiro. Sem pestanejar, o menino decidiu que ele mesmo produziria as surpresas para os pacientes mirins.

Agora com 12 anos de idade, Campbell dedica boa parte do seu tempo livre para fazer bichos de pelúcia para as criança. Autodidata, ele aprendeu a costurar sozinho e começou o “Projeto 365″, uma missão que o hoje adolescente precisava cumprir de criar 365 presentes feitos por ele para surpreender crianças em hospitais, casas de caridade e pontos de distribuição até o Natal — ou seja, ele precisaria fazer uma surpresa por dia.