terça-feira, 28 de abril de 2015

Artigo: Você é ciumento (a)? Luiz Gabriel Tiago - Sr. Gentileza.

Todo mundo, uma vez que seja já sentiu ciúmes de alguém ou de alguma coisa. Esse sentimento é muito comum entre as pessoas e, muitas vezes, acaba causando alguns transtornos incorrigíveis.
Até os animais sentem ciúmes, porque eu não sentiria? Não pretendo aqui dizer que é condenável sentir ciúmes, pois eu mesmo me considero ciumento, mas quero alertar que é importante saber separar o joio do trigo e que, quando ele vem, pode ser simplesmente por motivos criados em nossa cabeça e sem fundamento.
Nem sempre estamos imunes a ele, principalmente se nossa autoconfiança estiver abalada ou não acreditamos em alguma pessoa.
Alguns autores dizem que o ciúme pode melhorar o relacionamento entre os casais, amigos e familiares, aumentado a valorização do sentimento e incrementando a relação. Sim, concordo com isso desde que haja moderação e ponderação por parte da pessoa ciumenta, além de entendimento, compreensão e muita paciência da outra parte. Se não for dessa forma, acaba se tornando uma patologia e o caso acaba parando na psicoterapia. Ambas as partes sofrem, quem sente e o alvo.

SENTIMENTO DOS OUTROS

Quando alguém sente ciúmes da gente, no início parece agradável já que demonstra “amor” ou cuidado. Acabamos alimentando isso por acreditar que a outra pessoa nunca vai extrapolar o bom senso. Esse é um grande erro, pois não se pode brincar com o sentimento de ninguém.
Mas o que isso tudo tem a ver com as empresas? Será que uma coisa está ligada à outra? Muitos me dizem que é impossível sentir ciúmes do colega de trabalho ou de alguém dentro do ambiente profissional, que esse sentimento não faz parte da rotina de um profissional. Não sei não.
De acordo com o comportamento de muitos acabo acreditando que ele (o ciúme) está presente sim, com força total e provocando a ira de muita gente, muito mais do que se pode imaginar.
As pessoas se revoltam porque não conseguiram atingir os resultados planejados, outros não entendem e se enraivecem porque alguém foi promovido e não merecia, ganhou o bônus na participação dos lucros ou aproveita esse sentimento para promover intrigas ou motins.
Sabe aquela vaga de promoção que você tinha certeza que seria sua? De repente ela é preenchida por outro colega ou um profissional de fora é contratado para a posição em aberto. Sim, além da inveja que pode sentir, sente-se enciumado pela indicação que considerava sua. Praticamente tinha certeza disso e já fazia planos com o aumento de salário (rsrs).

MOMENTO DE PARAR

Na verdade, o ciúme potencializa as emoções, gerando tanta coisa ruim, que precisa ser controlado e, às vezes, tratado. Se for usado de forma consciente, pode te motivar a conquistar uma determinada coisa, exercer poder sobre ela ou se transformar. Lembrando: é fundamental saber o momento de parar, de se controlar e usar o bom senso. As pessoas, com o tempo, se desgastam e não suportam mais conviver com um chato ciumento.
Tanta coisa que sabemos sobre ele (o ciúme), pois o sentimos constantemente, mas quase nunca fazemos uma reflexão sobre suas consequências. É verdade que ele está presente dentro de casa, em especial nos relacionamentos amorosos, mas está lá no escritório, no departamento em que trabalhamos ou em momentos diversos.
Sempre almejamos alcançar alguma coisa, queremos conquistar a ascensão a todo custo e nem sequer percebemos que fomos acometidos por um sentimento incontrolável - a inveja de um colega, de um líder e às vezes a decepção com a gente mesmo. Como disse Caetano Veloso na letra da música “Sampa” – “É que Narciso acha feio o que não é espelho”.
Por causa do ciúme, perdemos o foco com nossa própria vida e perdemos todo o nosso tempo tomando conta da dos outros, valorizando cada vez mais evidências que criamos em nossas cabeças de prováveis e imaginárias infidelidades.
Já desconfiamos sim de alguém dentro da empresa. Desconfiamos de roubo, de alterar informações, de omitir dados e valores e de várias outras coisas por causa de uma grande insegurança interna. Quem nunca achou estranho quando seus colegas não te esperam para almoçar juntos já que era um hábito? Será se houve alguma coisa? Será se eu fiz algo de errado? Na verdade, costumamos culpar os outros e deduzir que já estão contra você por mera implicância ou qualquer outro motivo banal.

BAIXA AUTOESTIMA

O ciúme pode ser uma baixa autoestima e falta de amor próprio. Então reforço a necessidade de cuidar da própria aparência, investir em conhecimento, zelar pelos bons relacionamentos e ser feliz. Para enfatizar esses conceitos, afirmo que só quem confia em si mesmo é capaz de confiar nos outros.
Procurar aumentar sua autoestima é uma forma de se sentir mais seguro. Pode ser que a imagem que tem de si próprio esteja abalada, deturpada e não consiga enxergar a beleza do mundo.
Verdade seja dita: será que a falta de credibilidade em alguém não é uma autoafirmação de fragilidade emocional e comportamental? Repensar isso pode ser um caminho seguro em busca de uma resposta plausível e contundente, pois quem tem amor a si próprio não precisa temer qualquer rival.
Não dá para esperar o tempo se encarregar de “provar” o que não existe e simplesmente acreditar na imaginação fértil de infidelidade.
O ciúme está relacionado ao Complexo de Édipo mal resolvido, ou seja, quando o relacionamento de um filho com a própria mãe não cria uma identidade genitora-gerado.
Acreditar em sua força interior e em sua garra é imprescindível para chegar lá.

DESARME-SE

Cuide-se, não tenha medo de inimigos imaginários, não se arme o tempo todo contra as pessoas e passe a acreditar mais.
Permita que outras pessoas possam se aproximar de você e mostrar suas qualidades. Não julgue, não crie obstáculos para uma aproximação e se deixe influenciar por coisas boas e não boatos, discórdia e fofocas.
Dê um voto de confiança aos colegas, amigos, familiares e creia mais em seu potencial.

Antes de desconfiar de alguém, se pergunte se vale à pena insistir em algo duvidoso ou se é melhor e mais vantajoso direcionar toda a energia e adrenalina para ter sucesso e paz na sua vida, plena como um todo.

Seguem algumas dicas para driblar o vilão do ciúmes:

- Tente acreditar mais nas pessoas ao seu redor. Dê um voto de confiança.

- Procure controlar seus acessos de ciúmes em público – nem pensar em dar vexames.

- Converse com o(a) parceiro(a) e esclareça qualquer dúvida de comportamento.

- Não pense que as pessoas vivem para te boicotar ou trair, mesmo na empresa em que trabalha.

- Sua autoestima é importante. Valorize-se e não crie rivais.

- Nascemos para nos relacionar com os demais. Ex-namorado(a) também pode se tornar um(a) amigo(a) sim.

- Caso não seja esperado para um almoço com colegas de trabalho, não imagine coisas ou pense que existe um motim contra você.

- Avalie sua conduta e veja se não errou em alguma coisa.

- Não procure vestígios em bolsos, bolsas, carteiras ou no celular de ninguém. Confie no seu “taco” e não bobeie.

Confie. Acredite. Vença. 

Abraços,

Sr. Gentileza

GENTILEZA NA MODA BY CELIA PADOVAN (Consultora de Moda e Maquiadora) - Dicas para profissionais :-)

Olá, queridos!

Hoje, vou sugerir peças básicas para compor um look corporativo.
- Camisas brancas, de cores neutras e estampadas.
- Calças de alfaiataria, pretas, cinzas, enfim, neutras para ficarem mais fáceis de combinar com camisas e blusas.
- Vestidos de corte simples, estampados e lisos, de preferência sem decotes ousados e muito curtos.
- Saias lápis, também de cores neutras, e claro, uma preta.
- Blazer e cardigans são um curinga em qualquer armário. Cores escuras são mais fáceis de combinar.
- Sapatos do tipo scarpin, sandálias (de preferência) fechadas com salto médio são mais confortáveis. As cores neutras também são mais fáceis de combinar.
- O ideal em matéria de bolsas é ter uma de boa qualidade e de um tamanho que caiba tudo que vocês costumam levar para o trabalho, documentos, agendas, nécessaire, enfim, tudo e mais um pouco que costumamos ter na bolsa. As cores já sabem: neutras.
- Acessórios são o acabamento do look, portanto, o ideal é que sejam discretos e não poluam o visual, vale a regra, menos é mais.

O mais importante é que componham um look bonito, respeitoso para com você e seus colegas de trabalho.
Um look que mostre o cuidado e gentileza que vocês tiveram em não comprometer a imagem da empresa e, principalmente, um look que não atrapalhe a sua avaliação profissional.
Lembrem-se de que nada disso vai adiantar sem os mais importantes: respeito e gentileza sempre!

Até a próxima,

Célia Padovan

segunda-feira, 27 de abril de 2015

NEPAL: OREM PELO AMOR DE DEUS!


COMPARTILHEM! ESPALHEM SOLIDARIEDADE!

Estamos confortáveis e seguros dentro de nossas casas. Pensem nessas milhares de pessoas que morreram soterradas e no sofrimento dos familiares. Perderam tudo! O que podemos fazer? ORAR ORAR ORAR!

Sr. Gentileza

quarta-feira, 15 de abril de 2015

EI, VOCÊ AÍ, ME AJUDA NESSA CAUSA?

ELEGÂNCIA EM SER GENTIL BY CELIA PADOVAN (Dicas de moda para mulheres em entrevistas de emprego).

Olá, meus queridos!

Quero agradecer a acolhida carinhosa e gentil que tive. Muito obrigada!

Hoje vamos conversar sobre entrevistas de empregos. Vou focar primeiramente em cargos em escritórios, pequena e grandes empresas.

Seguem as dicas:


- Higiene é obrigatório, unhas bem cuidadas, cabelos limpos, perfumes suaves, enfim uma aparência de asseio.

-Lembrem-se, roupas e acessórios mostram quem você é e que imagem quer passar, então menos é mais. Para mulheres, pode ser vestidos, terninhos, saias e camisas. O detalhe é não serem roupas muito curtas, decotes nem pensar, calças e saias justas também não combinam com um look corporativo.

-Acessórios: Joias ou bijuterias discretas, dê preferencia a sapatos, tipo escarpam são mais profissionais e elegantes.

Cuidado com excesso de perfumes! É muito desagradável entrar em uma sala e provocar espirros. Uma bolsa média ou grande - de cor neutra, que caiba seus pertences pessoais, documentos, certificados, etc.

Por fim, seja gentil com o porteiro, recepcionista e principalmente com quem vai entrevistá-la.


Tenho certeza que um dia as pessoas entenderão que Gentileza torna nossa sobrevivência muito melhor.

Até a próxima, energia positiva sempre.

Célia Padovan


Para contatos com Celia Padovan, escreva para: assessoria@srgentileza.com.br

quinta-feira, 9 de abril de 2015

O PLANTIO DEVE SER FEITO TODOS OS DIAS.


Ontem já é passado e o amanhã será garantido hoje. O meu futuro está nas minhas mãos. Deus está ao lado de quem trabalha e de quem acredita.

Abraços,

terça-feira, 7 de abril de 2015

FÉ E OTIMISMO NA VEIA ‪#‎AndarcomFé‬


Algumas coisas me frustram: não poder atender a todos os pedidos de ajuda que me fazem, não estar ao lado das pessoas que amo sempre e não ser capaz de solucionar os males do mundo.

Independente disso, sou otimista, tenho esperança e sonho acordado. O que não está ao meu alcance, peço a Deus que ampare, que oriente e que não falte (disso eu tenho certeza também).

Amo todos vocês!

Sr. Gentileza

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Sr. Gentileza apresenta Celia Padovan - Consultora de Moda.


Olá fãs e amigos do Sr. Gentileza!


Meu nome é Célia Padovan, sou Consultora de Moda e Maquiadora. 


Estarei aqui com vocês todas as terças para conversarmos sobre a influência da Gentileza na moda, pois a forma de nos apresentarmos diz muito sobre nós - desde como se vestir numa entrevista de emprego, no dia a dia, reuniões de trabalho, eventos sociais, etc. 


Hoje só estamos nos conhecendo. Estou adorando a oportunidade de compartilhar algumas dicas sobre moda e etiqueta nessa fanpage, que é Gentileza pura!.


Fiquem atentos, pois começaremos na terça, dia 14, às 20h.


Até a semana que vem!

Celia Padovan

#SrGentileza #ModaGentil #GentilezanaModa



GENTE QUE FOCA NO POSITIVO É MAIS FELIZ!


Os tempos mudaram. A hora é de mudanças e não mais de reflexões. Conjecturar sobre o que está errado não resolverá os problemas que deverão ser sanados em sua causa, não em seus sintomas.

Abraços,

Sr. Gentileza 

domingo, 5 de abril de 2015

Artigo: Gerando valores e reformando pessoas através da Gentileza - Por Sr. Gentileza.

A gentileza não é prioridade no cotidiano das pessoas pois a rotina e intensidade das atividades não permitem isso. Por exemplo, um profissional precisa estar atento as suas tarefas diárias além de resolver imprevistos, problemas e uma série de coisas não programadas. Sendo assim, “acha” que não tem tempo suficiente para atender a uma ligação cordialmente, agradecer por um favor prestado ou, simplesmente, elogiar o trabalho de algum colega. Essa escassez de gentileza não existe somente nas empresas. Muitas vezes somos hostis em casa, com nossa família e amigos. A rotina de pais, mães e filhos também é muito sobrecarregada, em especial para aqueles que se dividem entre casa X trabalho e seus revezes frequentes.
É comum as pessoas esperarem que as outras tomem a iniciativa ou deem o primeiro passo para praticar a gentileza. Porém, o que muitos não sabem é que, ser gentil – em primeiro lugar – é uma ação individual e que, após sua disseminação, torna-se coletiva. Muitos alegam ter cansado de serem gentis, pois nunca recebiam nada em troca ou eram chamados de “bobos” ou queriam “aparecer”. Hábitos gentis geram mais cordialidade, humanização, relacionamentos saudáveis, harmonia e são sempre despretensiosos. Engana-se quem pensa em retribuição imediata, pois a gentileza é altruísta e não espera nada em troca.
A gentileza é um conjunto de predicados e valores que se juntam e transformam nossas vidas. Posso afirmar que os mais importantes são aqueles que nos fazem pessoas melhores; num elenco cito a fé, solidariedade, respeito, tolerância, confiança, amor próprio, saber ouvir e bom humor - como fundamentais para a saúde mental, espiritual e material. Quando somos gentis, abrimos portas para o mundo de forma que o “peso” que carregamos fique mais leve. Esse conceito de gentileza abrange uma série de atitudes e ações que nos remetem a reflexão sobre o que podemos melhorar dentro e fora do nosso “quadrado”, e isso vale para nossa vida pessoal e profissional!
Existe uma relação muito estreita entre a felicidade e atos gentis. Quando praticamos algum tipo de gentileza, liberamos no cérebro a serotonina, hormônio responsável pelo bem estar. Sempre digo nas minhas palestras que o melhor remédio para a depressão é a caridade – valor tão escasso na nossa sociedade. Ao praticar o bem, literalmente “detonamos” o pessimismo e contribuímos para um mundo melhor. O ideal é não se preocupar com algum tipo de retorno, pois muitas pessoas se queixam que são gentis, mas ficam chateadas por não serem gratificadas de imediato. Isso não importa mesmo! A gentileza é não é egocêntrica e a recompensa vem do mundo e da alma. Existe coisa melhor que isso?
Quando somos tratados com respeito, é tendencioso que tratemos as outras pessoas com respeito também. O contrário também pode ser recíproco. Quando somos agredidos ou presenciamos atos grosseiros, é normal que não esqueçamos aquilo e agimos por repetição. Com o tempo, gestos de falta de educação e desrespeito se tornam parte da nossa rotina e, consequentemente, assimilamos e somatizamos em nosso organismo.
Bobos são aqueles que ainda não descobriram o potencial que as pessoas gentis têm. Essa ideia de “esperteza” é bem característica dos brasileiros, pois acreditam que sempre existe alguém que vai “passar a perna” e que o mundo é dos “espertos”.
Os tempos mudaram. A hora é de mudanças e não mais de reflexões. Conjecturar sobre o que está errado não resolverá os problemas que deverão ser sanados em sua causa, não em seus sintomas.
Ser gentil é estar conectado ao mundo através das pessoas e seus valores. Trocando em miúdos, vivemos numa época em que o lado positivo deve ser levado em consideração com mais força e não mais os aspectos negativos. Qualidades e defeitos devem conviver no mesmo espaço, mas o que as pessoas têm de bom deve pesar mais na hora de uma decisão ou interpretação.
Ser gentil com o próximo significa – desde atos simples a complexos – responder a cumprimentos, agradecer, sorrir, retribuir e ir além surpreendendo as pessoas com um copo de água, elogios, respeito e tolerância.
Será que é romancear demais e acreditar no impossível? Gentileza não é utopia. Gentileza é prática.
Por exemplo, cumprimentar a todos com um ‘bom dia’ já é um bom começo. Agradecer cada favor prestado e ainda adotar o ‘por gentileza’ ao pedir qualquer coisa, já ajudam.
A mudança de comportamento através da prática da gentileza é notável. Geralmente as pessoas ao redor começam a perceber que há algo diferente. Sua prática promove bem estar emocional, satisfação e sensação de realização.
Com o passar do tempo, torna-se rotineira e parte do dia de todo mundo. Assim, como qualquer um, começamos a nos desafiar. As pessoas pensam em outras maneiras de surpreender os outros e usam a criatividade para isso. Ser gentil é estimulante, agrega coisas boas e faz bem à alma.
Precisamos (re)significar nossas vidas e entender, de uma vez por todas, que os valores humanos são importantes e determinantes para o sucesso pessoal e profissional. Afinal de contas, como ser pleno e feliz sem considerá-los? Deixemos que as pessoas ‘ocas’ ou desprovidas de emoção se auto excluam e se toquem de que, um dia, precisam ser ‘gente’ novamente.
Como defendo a prática gentil como um hábito para que realmente faça parte da nossa rotina diária, acredito que possamos transformar alguma coisa, nem que seja nossa consciência em primeiro lugar (já seria muita coisa).
A primeira forma de treinar a gentileza é mudando nossas atitudes.  Nos treinamentos que realizamos nas empresas usamos e abusamos das dinâmicas e jogos reflexivos em grupo para que aconteça um confronto de ideias e posturas. Os participantes ficam frente a frente com a realidade deles e podem enxergar o que está faltando para a prática da gentileza – lembrando que ela (a gentileza) é um órgão imaginário, então existe dentro de todos nós, basta achá-lo e deixar que funcione. Em uma dessas atividades, fazemos um exercício que nos remete ao contrário da gentileza – a hostilidade. Os participantes, individualmente, se chocam quando descobrem que são hostis sem perceber no seu cotidiano e decidem, a partir de então, mudar seu comportamento. Na vida tudo é questão de treino e consciência!
Vivemos numa sociedade carente de valores e encontrei na gentileza a porta de entrada para a plenitude que todos buscam. Entendo que um ser humano pleno é aquele que concilia todos os seus ‘mundos’ – pessoal, profissional, emocional e sentimental. Ser gentil significa se apoiar em valores e predicados, colocando-os em prática através de gestos simples, espontâneos e despretensiosos.
Minha missão de vida resume-se a promover essa reforma pessoal através dessa norma de conduta chamada gentileza, baseada em solidariedade, respeito e tolerância as diferenças. Nos últimos anos estive com pessoas que acreditaram nisso e transformaram suas vidas, pois decidiram priorizar o lado bom das coisas, as qualidades dos outros e estender a mão a quem precisar. É através de atos gentis que chegamos ao ponto mais nobre da dignidade e, não importa se em casa, no trabalho ou com estranhos, nossa contribuição à sociedade deve ser dada sem esperar nada em troca.
Minha recompensa como profissional, dedicado as pessoas, em empresas de todos os portes e segmentos, acontece quando escuto ou leio depoimentos de superação e de como as pessoas recomeçaram suas vidas através da prática do bem. A gentileza traz leveza ao nosso dia a dia, nos inspirando a continuar com bom humor, sorrindo e suavizando o ambiente onde estamos. As pessoas percebem a mudança e influenciamos até os mais resistentes.
Há 05 anos me dedico integralmente à essa causa e aprendo todos os dias de uma forma singular. Aprendo com o melhor e o pior das pessoas, sem tirar nem por. Confiar nos outros é um sinal de que os tempos podem mudar e a nosso favor. O mundo é descrente, quer paz, cordialidade e delicadeza. Gentileza gera confiança, harmonia e transporá a hostilidade e egoísmo que existem nele.

Sr. Gentileza
Luiz Gabriel Tiago

GENTILEZA E SIMPLICIDADE.


A gentileza traz leveza ao nosso dia a dia, nos inspirando a continuar com bom humor, sorrindo e suavizando o ambiente onde estamos. As pessoas percebem a mudança e influenciamos até os mais resistentes.

Abraços,

Sr. Gentileza

quarta-feira, 1 de abril de 2015

AS PERNAS CURTAS DA MENTIRA - POR MARINA TIAGO *


O Dia da Mentira surgiu quando o rei Carlos IX da França modificou a data do ano novo que antes era 1º de abril e passou a ser 1º de janeiro com a implantação do calendário gregoriano. Alguns tradicionais não aceitaram a mudança e continuaram a comemorar na data antiga, tornando-se motivo de chacota e vítimas de brincadeiras, tais como receber presentes estranhos e convites para festas irreais, causando desconfiança após um período. Daí surgiu o Dia da Mentira no dia 1º de abril.

A mentira pode se tornar uma doença chamada Mitomania quando uma pessoa apresenta uma baixa auto-estima ou se encontra em situações constrangedoras. A diferença entre ser um mentiroso esporádico e um mitômano é que no primeiro caso o indivíduo não tem resistência em admitir a verdade, enquanto no segundo, o portador usa a mentira como proveito.


Não só no ambiente de trabalho, mas também na vida pessoal, a mentira traz efeitos negativos que são sentidos em longo prazo. Mentir revela um perfil inadequado de profissional, pode ser bem favorável por um momento, mas no fim sempre trará consequências desagradáveis. O discurso seguido de desculpas por atrasos ou faltas é sempre associado à irresponsabilidade. A única forma de evitar as consequências, é dizer a verdade!

* Marina Tiago - 15 anos, estudante e cronista especial para a página do Sr. Gentileza.