segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Livro "Gentileza no Trabalho" de Luiz Gabriel Tiago (Sr. Gentileza) - disponível em todas as livrarias do Brasil e internet.

 
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Dica do Sr. Gentileza: otimizando o seu tempo.


O tempo, cada vez mais escasso, pode se transformar num problema para aqueles que não sabem conciliar suas atividades com seus compromissos.

Por isso, é legal ter uma agenda sempre em mãos e não se confundir na hora de marcar reuniões, idas ao banco, médico, fazer ligações de negócios, ir a escola buscar as crianças, etc.

Lembre-se também que, geralmente, os grandes executivos tomam suas decisões e delegam tarefas no período da manhã. O cumprimento desses procedimentos determinará quase 80% da produção do seu dia de trabalho.

Abraços do Sr. Gentileza!


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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Existe treinamento para ser gentil e feliz no trabalho? Sr. Gentileza responde.

Existe sim e sou suspeito para falar sobre a que considero mais estratégica e eficiente – a Gentileza no Trabalho. Esse método foi desenvolvido para que a gentileza pudesse ser aplicada nas empresas de forma consistente, trazendo satisfação profissional e melhorando os resultados. Isso é possível quando cada indivíduo se reconhece como parte integrante de um “todo” corporativo. Perguntas como “Qual o meu papel no mundo e na empresa?”, “Estou na posição ideal?”, “Quais são meus valores e da minha equipe?” são feitas para que haja a reflexão e identificação de coisas importantes e indispensáveis ao engajamento de todos.
 
Essa metodologia, quando implantada nas empresas, promove o bom relacionamento entre os colaboradores, minimiza a concorrência interna e, claro, alavanca os resultados; sua eficácia é garantida, inclusive foi premiada pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Nacional) como o melhor programa de gestão de pessoas do país em 2012.
A primeira forma de treinar a gentileza é mudando nossas atitudes.  Nos treinamentos que realizamos nas empresas usamos e abusamos das dinâmicas e jogos reflexivos em grupo para que aconteça um confrontamento de ideias e posturas. Os participantes ficam frente a frente com a realidade deles e podem enxergar o que está faltando para a prática da gentileza – lembrando que ela (a gentileza) é um órgão imaginário, então existe dentro de todos nós, basta achá-lo e deixar que funcione.
 
Em uma dessas atividades, fazemos um exercício que nos remete ao contrário da gentileza – a hostilidade. Os participantes, individualmente, se chocam quando descobrem que são hostis sem perceber no seu cotidiano e decidem, a partir de então, mudar seu comportamento. Na vida tudo é questão de treino e consciência!
 
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Sou tatuado e uso piercing. Vou conseguir trabalho? Novo artigo do Sr. Gentileza*.

Eu não chamaria de preconceito o fato de algumas empresas preferirem profissionais que não tenham tatuagens em partes do corpo visíveis ou piercings. Algumas são mais conservadoras e têm o direito de não quererem contratar profissionais com adornos, principalmente no caso de hospitais, hotéis, jurídicas, restaurantes e financeiras.

Na verdade, muitos colaboradores têm tatuagens não visíveis, ou seja, em partes do corpo que não ficam expostas ou usam piercings (nesse caso retiram durante o expediente sem problema algum).

Outro adorno muito comum hoje em dia são os alargadores de orelhas. Esses também fogem do perfil de muitas corporações e, quem faz uso disso, tem que ter em mente as limitações que podem encontrar na hora de se candidatar a alguma vaga.

De qualquer forma, esse assunto pode vir à tona durante o processo de seleção. Não haverá problema algum esclarecer isso e deixar claro se você usa ou não. O melhor é não mentir para não correr o risco de um constrangimento depois.

Mais uma vez digo que não se trata de preconceito ou problema – e sim – estilo ou perfil de um determinado grupo de pessoas. Geralmente os adeptos de tatuagens, piercings ou alargadores são profissionais de áreas mais dinâmicas como comunicação, marketing ou publicidade e não encontram dificuldades em se colocar no mercado de trabalho.

Algumas áreas podem se adequar à essa tendência e rever seus conceitos, mas devemos levar em consideração que, quem lida diretamente com o público, tem que estar disposto a ter uma apresentação mais clássica e que não chame tanto a atenção.

O candidato não deve se intimidar e ficar com receio de expor sua condição (no caso de ter tatuagens ou usar piercings). A transparência será fundamental num processo de seleção e ambas as partes (candidato e empresa) se sentirão mais à vontade em dizer “não” ou chegarem num consenso.

No caso de encontrar alguma dificuldade em ser contratado por esses motivos, uma das possibilidades é remover o piercing antes da entrevista (para não chocar). Se tiver tatuagens em partes mais expostas ou alargadores, ficará mais difícil. De qualquer forma, deixe tudo em “pratos limpos” e seja sincero com a empresa.

Os jovens de hoje são mais ousados e, em alguns casos, não pensam nas consequências de algumas coisas, como as tatuagens e outros adornos. Pessoas que pretendem ter uma profissão mais formal ou clássica devem se preocupar com sua apresentação pessoal antes de se tatuar ou alargar as orelhas.

Como disse não se trata de preconceito, e sim se adequar ao perfil de uma corporação ou profissão. Isso deve ser respeitado da mesma forma que devemos respeitar quem gosta de marcar de forma definitiva seu próprio corpo.

Precisamos (urgentemente) reaprender a conviver com o “diferente” e tolerar suas preferências. Mas, o caminho de volta também é importante. As pessoas que são mais despojadas ao ponto de alargar os lóbulos ou usar um piercing no nariz devem respeitar aqueles que não curtem esse estilo. Cada qual no seu “quadrado” e todos com respeito, assim fica mais fácil conviver com o diferente e aprender com estilo.

* Luiz Gabriel Tiago – Sr. Gentileza

 Escritor, palestrante e especialista em Gentileza Corporativa, Sr. Gentileza - como é conhecido esse fluminense de Niterói - decidiu se aprofundar nesse tema após sua pesquisa de Mestrado em Educação no Trabalho com base em valores humanos, norteada por predicados que foram esquecidos ou deixados de lado no dia a dia profissional.
Dessa forma, tornou-se conhecido pela forma espontânea e muito própria que desenvolve suas apresentações – conscientizando a todos sobre a importância de atos gentis quando aplicados à rotina corporativa e à vida pessoal.

A repercussão desse tema foi inevitável, projetando Sr. Gentileza e tornando-o um dos palestrantes mais requisitados do últimos anos.

Em 2013 mais de 15.000 pessoas assistiram ou participaram de palestras e workshops com Luiz Gabriel – de Norte a Sul do Brasil, provocando uma mudança no comportamento e reflexão sobre o papel de cada um nas empresas e na sociedade. 

 

Sr. Gentileza foi questionado sobre suas pretensões para o futuro das relações humanas nas empresas. Disse que tem muitas certezas na vida e, uma delas, é a de que seu trabalho dedicado à Gentileza no trato profissional, não será em vão.


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Aos os amigos do Blog do Sr. Gentileza. Segue um desabafo...

Meu trabalho não é uma fantasia, não é utópico e não é brincadeira. Meu trabalho é dedicação, é luta, é busca.
 
Não vou conseguir mudar o mundo, não exterminarei a hostilidade entre os homens no trabalho e não serei capa de revista.
 
Simplesmente, acredito nas pessoas e na força da gentileza. Quero seguir o meu caminho em paz, só isso.
 
Sr. Gentileza.

Todo mundo sabe que - quem divide, multiplica. Vamos aproveitar nossa vida acreditando no amor ao próximo e ajudando quem precisa. Abraços a todos! Lembre-se de que #GentilezaGeraGentileza