sábado, 26 de janeiro de 2013

Artigo do Sr. Gentileza: "O Homem do Futuro é o Homem Gentil".


“O homem do futuro é o homem gentil”, palavras do sábio José Datrino ¹, que nos remetem a uma realidade cruel: quando esse homem gentil chegará; será se um dia estará entre nós? Queremos mudanças o tempo inteiro e, principalmente, que os outros promovam isso. É muito mais cômodo esperar de braços cruzados do que tomar a iniciativa e transformar qualquer coisa que seja.
Desejamos empresas mais humanas, justas e que ofereçam um ótimo ambiente para se trabalhar. Precisamos que nossos colegas e líderes estejam prontos a nos escutar, nos desculpar, nos incentivar e nos deixar livres para produzir de acordo com nosso roteiro. “- Queremos profissionais capazes de se relacionar com outras pessoas”. Esse é o discurso de praticamente todos os Gerentes de Recursos Humanos dessa geração. E o tal do “homem gentil” que dizia Datrino? Cadê ele? Em qual período será esse “futuro”?
Essas respostas já existem e as deixo bem claras nas palestras que realizo por todo o Brasil. Faço questão de conscientizar profissionais de todas as áreas que a gentileza no trabalho é uma ferramenta indispensável para o sucesso e que não podemos mais abrir mão dela, já que, o futuro já chegou e nós já somos aquele “homem gentil”. Porém, por vários motivos óbvios e profissionais, praticar a gentileza não está entre nossas principais prioridades e acabamos hostilizando as pessoas ao nosso redor.
Trata-se de atos impensados que quando nos damos conta, “pimba”, fomos grosseiros e deixamos de lado as “pilastras” básicas que sustentam a gentileza no dia a dia profissional. Essas “pilastras” ou “pilares” podem ser considerados como valores que aprendemos com nossos pais, pessoas importantes ou, simplesmente, com as experiências vividas. Citando alguns como fundamentais, posso elencar a solidariedade, tolerância, respeito, amizade, confiança, saber ouvir e paciência – como “pilastras” cada vez mais ausentes no dia a dia corporativo.
“Falar a mesma língua” no ambiente corporativo é fundamental para sedimentar bons relacionamentos interpessoais e contribuir para o desenvolvimento harmônico das atividades.
A metodologia, idealizada por mim, “Gentileza no Trabalho – A Ferramenta do Século 21”, e desenvolvida para servir de caminho inverso das gestões de pessoas comuns ao mercado de hoje, surgiu diante da necessidade de encontrar o modus operandi ideal para as equipes – sejam grandes ou pequenas, empresas de qualquer área e para pessoas que mereçam uma adequação dentro do ambiente laboral.
A gentileza – de acordo com o programa – é um conjunto de predicados que se somam e formam um conjunto de regras de conduta sustentadas por hábitos, costumes e gestos sensíveis ao ser humano.
Numa visão bastante arrojada e, ao mesmo tempo leve, seria correto considerar a gentileza sinônimo da ética. Sendo mais claro, se todos esses valores estiverem juntos e concentrados na realidade cotidiana de uma empresa, podemos dizer que seria um local de trabalho gentil. E para que isso aconteça, existe esse método próprio e inovador, capaz de transformar e trazer soluções surpreendentes para as equipes e empresas de qualquer porte e setor.
As maiores recompensas que poderia obter com esse trabalho chamam-se resultados positivos e um saldo de mudanças que sempre começam com o próprio indivíduo que se espalha pelos corredores e andares. E, para poder comemorar ainda mais essa mudança de comportamentos (de hostis a gentis), as empresas alavancam ainda mais os números e fica muito mais fácil atingir as metas estipuladas. Com sua aplicação em várias empresas brasileiras, somam-se a eles (os resultados) a melhoria nas relações intra/interpessoais, valorização da imagem da corporação por parte dos colaboradores, fidelização/captação de clientes e aumento das vendas.
Uma das máximas do Profeta Gentileza era: “Gentileza gera gentileza” e, como prova inegável dessa frase, a série de treinamentos “Gentileza no Trabalho” foi reconhecido como o melhor programa de gestão de pessoas do Brasil com o Prêmio Ser Humano Oswaldo Checchia 2012, iniciativa da ABRH Nacional (Associação Brasileira de Recursos Humanos) e que, de uma forma ímpar, valorizou a importância da gentileza na vida profissional de todos nós.
Quando digo que o “homem do futuro” já somos nós é porque realmente acredito na força que existe dentro de cada um, dentro do principal capital de qualquer empresa e, principalmente, naquilo que energiza essa força: a gentileza.

¹ José Datrino (1917-1996); conhecido como “Profeta Gentileza” ou “José Agradecido”, o mesmo partiu de sua cidade natal – Cafelândia, interior paulista – para exilar-se no Rio de Janeiro, onde viveu por quarenta anos pregando e disseminando a gentileza.

Contato: assessoria@srgentileza.com.br
Site: www.srgentileza.com.br

2 comentários:

  1. Falando do Incêndio de Santa Maria, comparando com o Incêndio do circo de Niterói, lembro fortemente do profeta gentileza que se destacou nesse momento de enorme crise naquela cidade!
    Que bom voltar aqui.
    abraço
    Sandra
    http://projetandopessoas.blogspot.com.br//

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  2. Sandra.... ah Sandra...

    Que bom você ter voltado! Confesso que senti sua falta. Por favor, não suma.

    É uma pena que isso tenha acontecido em Santa Maria e de uma forma tão trágica.

    Realmente, esse acontecimento nos remete ao incêndio do Circus Norte Americano em Niterói (1961). Nós que conhecemos a história do Profeta Gentileza não podíamos deixar de associar tal fato.

    Bom, espero você em outros momentos que, com certeza, trarão boas notícias.

    Abraços cheios de Gentileza,

    Sr. Gentileza

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