terça-feira, 28 de setembro de 2010

Lá vai São Francisco pelo caminho...



Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível. 

São Francisco de Assis


É só racionalizar...




O passado serve para evidenciar as nossas falhas e dar-nos indicações para o progresso do futuro.

(Henry Ford)



Faz de Conta - Por Martha Medeiros (Minha escritora contemporânea preferida)

Não respondo teus e-mails, e quando respondo sou ríspido, distante, mantenho-me alheio: FAZ DE CONTA QUE EU TE ODEIO


Te encho de palavras carinhosas, não economizo elogios, me surpreendo de tanto afeto que consigo inventar, sou uma atriz, sou do ramo: FAZ DE CONTA QUE EU TE AMO.

Estou sempre olhando pro relógio, sempre enaltecendo os planos que eu tinha e que os outros boicotaram, sempre reclamando que os outros fazem tudo errado: FAZ DE CONTA QUE EU DOU CONTA DO RECADO.

Debocho de festas e de roupas glamurosas, não entendo como é que alguém consegue dormir tarde todas as noites, convidados permanentes para baladas na área vip do inferno: FAZ DE CONTA QUE EU NÃO QUERO.

Choro ao assistir o telejornal, lamento a dor dos outros e passo noites em claro tentando entender corrupções, descasos, tudo o que demonstra o quanto foi desperdiçado meu voto:FAZ DE CONTA QUE EU ME IMPORTO.

Digo que perdôo, ofereço cafezinho, lembro dos bons momentos, digo que os ruins ficaram no passado, que já não lembro de nada, pessoas maduras sabem que toda mágoa é peso morto: FAZ DE CONTA QUE EU NÃO SOFRO.

Cito Aristóteles e Platão, aplaudo ferros retorcidos em galerias de arte, leio poesia concreta, compro telas abstratas, fico fascinada com um arranjo techno para uma música clássica e assisto sem legenda o mais recente filme romeno: FAZ DE CONTA QUE EU ENTENDO.

Tenho todos os ingredientes para um sanduíche inesquecível, a porta da geladeira está lotada de imãs de tele-entrega, mantenho um bar razoavelmente abastecido, um pouco de sal e pimenta na despensa e o fogão tem oito anos mas parece zerinho: FAZ DE CONTA QUE EU COZINHO.

Bem-vindo à Disney, o mundo da fantasia, qual é o seu papel? Você pode ser um fantasma que atravessa paredes, ser anão ou ser gigante, um menino prodígio que decorou bem o texto, a criança ingênua que confiou na bruxa, uma sex symbol a espera do seu cowboy:FAZ DE CONTA QUE NÃO DÓI.

MARTHA MEDEIROS

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

27 DE SETEMBRO - DIA NACIONAL DO TURISMÓLOGO

PARABÉNS A TODOS OS BACHARÉIS EM TURISMO, MEUS COLEGAS DE PROFISSÃO, RESPONSÁVEIS PELA GESTÃO QUALIFICADA E CONSCIENTE DO TURISMO BRASILEIRO.

SIM, NÓS SOMOS OS PROFISSIONAIS CAPAZES DE PROMOVER O DESENVOLVIMENTO E CRESCIMENTO ORDENADO DA ATIVIDADE, DE FORMA CONSCIENTE, COMPETENTE E PREPARADA.



DESEJO SUCESSO A TODOS VOCÊS!

LUIZ GABRIEL TIAGO
Turismólogo e Escritor



quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Reflexão




"Com a vingança, o homem iguala-se ao inimigo. Sem ela, supera-o."

Francis Bacon


GENTILEZA GERA GENTILEZA - José Datrino "Profeta Gentileza"



Bom fim de tarde a todos!


EU SOU ASSIM * Por Martha Medeiros


PEDAÇOS DE MIM



Eu sou feito de

Sonhos interrompidos

detalhes despercebidos

amores mal resolvidos



Sou feito de

Choros sem ter razão

pessoas no coração

atos por impulsão



Sinto falta de

Lugares que não conheci

experiências que não vivi

momentos que já esqueci



Eu sou

Amor e carinho constante

distraída até o bastante

não paro por instante




Tive noites mal dormidas

perdi pessoas muito queridas

cumpri coisas não-prometidas


Muitas vezes eu

Desisti sem mesmo tentar

pensei em fugir,para não enfrentar

sorri para não chorar


Eu sinto pelas

Coisas que não mudei

amizades que não cultivei

aqueles que eu julguei

coisas que eu falei


Tenho saudade

De pessoas que fui conhecendo

lembranças que fui esquecendo

amigos que acabei perdendo

Mas continuo vivendo e aprendendo.



Martha Medeiros

 

Compre o livro do Luiz Gabriel Tiago "Como Driblar a Raiva no Trabalho", Editora Ideias e Letras


Compre online:




Entrevista com o Sr. Gentileza


Amigos,

Leiam na íntegra minha entrevista feita ao Jornal Santuário no mês de agosto. Está disponível no portal:



Obrigado a todos da redação pela bela matéria!

Transformando o Mundo Interior * Por Luiz Gabriel Tiago

Anos e anos se passam e nada muda, a não ser a sua vida que está cada vez mais sobrecarregada com o trabalho, os problemas familiares que não param de te atormentar e as dívidas que sempre aumentam. Além disso, não agüenta mais ser classificado como algoz das desgraças do mundo e ser pisoteado como um capacho doméstico.


Sempre foi passivo diante das pessoas e aceitou o que ditavam, tudo o que planejavam para sua vida e as conclusões que tiravam para seu comportamento e suas decisões. Ser complacente diante dessa situação incomoda muito, mas o único a determinar o curso de sua história é você mesmo. Ser o autor de seu próprio livro e ditar um manual próprio não é fácil, mas é uma forma humana de conquistar o domínio e expurgar o veneno aplicado por muitos em nossas entranhas.

É hora de mudar e tem que ser um movimento constante, sem vai-e-vem, um curso retilíneo que não te envolva a voltar atrás. Voila! “Nem pensar em deixar a vida te levar”, como diz o compositor. Se não existissem as trevas, que seria da luz? Se o futuro bate à sua porta, que dirá do presente?

Assim sendo e antes do amém, eis que surge alguém entorpecido dentro de você. E as promessas de uma nova era te consentem sonhar com a tranquilidade financeira e a sanidade de todos os problemas reservados. Você anuncia a si mesmo que tudo será diferente daqui para frente e que sua vida será transformada. Sua vida será alegre e leve, seus problemas serão resolvidos e todos te amarão – afinal, ninguém sobrevive sem o afeto.

E você, mais uma vez, tem a certeza de que sua diligência para fazer as coisas mudarem não será em vão e que, de uma vez por todas, seu futuro será atopetado de dinheiro, serenidade e saúde.

Busque a concordância interna e decida quem a sua volta fará parte desse círculo de bem estar. Selecione bem as pessoas fundamentais para essa transformação e legitime a sua vida ratificando que é capaz de sair do casulo e desbravar a realidade. Os filhos estão crescendo e sua conta bancária deve acompanhar essa cadência.

O dinheiro é muito importante para a concretização dos sonhos e pode ajudar bastante para a felicidade.

Não pense nele como algo nefasto. Determine que seja um elemento necessário para essa mutação e sem ele (o dinheiro) não é possível chegar muito longe. Fomos educados a temê-lo e não a adorá-lo. Esse tipo de idolatria não é a mesma coisa que fazemos a Deus e sim cultuá-lo com importância para sabermos administrar os momentos de crise e investir na cultura da solução e cura dos males.

Nesse instante mágico, se lembra daquelas viagens que sempre quis fazer, dos livros caros que deseja comprar, do carro novo que precisa, dos móveis que serão trocados e todas as contas em dia. Também vibra com a família em harmonia longe de intrigas e influências maléficas; sempre rodeado de amigos verdadeiros e pessoas sem interesse algum em te turbar ou querer desestruturar sua vida.

Ah... Como é bom andar de cabeça erguida sem se preocupar com que os outros pensam a seu respeito. Como é bom ser você mesmo! Finalmente poderá se preocupar com os seus sentimentos e cobiças, sem ser movido pelo que todos podem achar de suas decisões ou atitudes.

A liberdade enfim! Você abre os braços para o mundo e dá um grande abraço ao universo, à sua nova forma de encarar tudo, todos e à sua inteligência. Para um pouco para refletir e reafirma que você é uma pessoa sábia e como pode ter sido tão diferente do que é por tanto tempo. Como pode ter se agredido, violentado e violado seus conceitos, personalidade e caráter? Como pode ter sido tão covarde com a vida e se permitido sofrer e ser levado pelas pessoas?

Não. Definitivamente você não é mais essa pessoa. Acabou. Aliás, começou. Pensa que se o fim fosse tão ruim assim, não existiria o começo, ou o recomeço. A auto-chance de se permitir tentar novamente e errar, dane-se.

Pode até sentir raiva de si próprio, não faz mal algum. Converta esse sentimento em gana de vitória, ambição de uma vida melhor, sucesso e grandes realizações. Enumere suas estratégias e esmiúce as diretrizes para esses propósitos. Sinta a ira por um tempo, mas não deixe que se apodere de você. Antes ela do que a apatia, depressão ou inércia. Aliás, como existe gente inerte na vida; pessoas que esperam sentadas as coisas acontecerem e só se erguem para assistir a derrota dos outros, criticar e falar mal do que não lhe dizem respeito.

Seja você mesmo sempre. Seja gentil com seu coração e alma. A hora é sempre o agora, nunca deixe para depois a busca pela felicidade.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Palestra do Sr. Gentileza no Rio de Janeiro - UNISUAM


Luiz Gabriel Tiago

Palestra: Como Driblar a Raiva no Trabalho

Data: 20/09/10 - 19h

UNISUAM - Campus Bonsucesso

Rio de Janeiro / RJ

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Fotos da Palestra do Sr. Gentileza em Curitiba - dia 15/09

Entrada do Hotel Radisson

Salão de Eventos e Display da Palestra

Sala da Palestra

Meus agradecimentos especiais a todos que assistiram a apresentação, em especial ao Gerente Geral da unidade sr. Nilson Bernal.


terça-feira, 14 de setembro de 2010

Palestra do Sr. Gentileza em Curitiba/PR - 15/09/10




Dia 15/09/10 - Luiz Gabriel Tiago, "Sr. Gentileza", estará em Curitiba/PR ministrando a palestra sobre Raiva no Trabalho, no Radisson Hotel Curitiba, às 15h.

Contatos: (11)8235-9728
                (21)8027-7039



quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Me aceita? Diz que sim!




"Aceita-me como eu sou. Só então poderemos descobrir-nos um ao outro."

Federico Fellini

Humildade X Felicidade * Por Luiz Gabriel Tiago

Sempre pensamos que estamos prontos para tudo na vida e, principalmente, que sabemos o suficiente para resolvermos nossos problemas. Quem nunca se pegou dando conselhos a algum amigo e se sentiu o mais experiente (como sempre)? Essa ideia é muito natural, pois sempre passamos por atribulações que acabam fazendo com que a gente amadureça e aprenda pelo pior meio, que é o sofrimento. O importante nisso tudo não é se sentir o maioral e o onipotente; é saber aproveitar as mensagens que a vida deixou e (re) aprender com os desafios. Pois é, cada dia que vivemos é como se fosse um grande enigma a ser decifrado. E se pararmos pra pensar, podemos enlouquecer. Subtrair as tristezas e maximizar os momentos felizes é fundamental para o equilíbrio emocional e estabilizar nossas almas. Devemos encarar todas as horas como desafiantes a nossa inteligência e como teste de sobrevivência. Longe do pessimismo, quero enfatizar que nada sabemos até experimentarmos. Temos que vivenciar e provar das alegrias, frustrações, vitórias e derrotas. Para muitos que têm esclarecimento e discernimento, perder pode significar uma vitória. Sabe aquela coisa do “downsizing” que aprendemos nos livros e que é bastante atraente? Significa que muitas vezes precisamos perder literalmente para podermos recomeçar e fazer uma reavaliação de nosso comportamento e se estamos de acordo com nosso plano e sonhos traçados para o futuro.

Essas considerações são minimalistas e bastante egocêntricas, claro. Consideramo-nos os mais sofridos de todos os mortais e os nossos problemas sempre são os maiores do mundo. Mas, bem lá no fundo, sabemos que isso não é verdade. Pra ser bastante realista e desprovido de pragmatismo, nossa realidade é bastante diferente da dos outros.

Um dia conheci uma pessoa que me relatou seus problemas e fiquei estarrecido. Classificava-me como o mais sofrido dos mortais e, de repente, mudei de opinião e tive que refletir sobre a felicidade. Aliás, refleti sobre a tristeza que eu não sentia. Era feliz e não sabia. Aproveito para retificar: sou e sempre fui feliz. O otimismo é minha segunda pele hoje. Não posso e não sei viver sem ele mais. Acredito fielmente na capacidade de transformarmos nossas vidas e mudarmos o curso do destino, pois só temos dois caminhos a seguir: ou nos entregamos (pode ser um caminho sem volta) ou damos a volta por cima (é muito bom).

Outra coisa que aprendi (e pude comprovar isso) é que existem pessoas que têm muito mais experiência e sabedoria que a gente pensa. Como as pessoas amadurecem e aprendem com a própria vida! Os problemas dos outros não podem ser vividos e apreendidos por nós e vice-versa, mas como é interessante e mágico internalizar e ouvir conselhos sérios e comprometidos com o bom caminho.

As empresas estão exigindo cada vez mais de seus profissionais colaboradores e a pressão aumenta consideravelmente – sempre. Alcançar os resultados e ultrapassar as metas são quesitos decisivos pela manutenção de uma posição dentro da corporação. Mas isso, até então, não seria motivo para que os seres humanos se distanciassem uns dos outros e rivalizarem como se fossem gladiadores num dia de fúria. A não ser que algo de errado aconteça internamente e promovam essa instância de discórdia e desunião. Na maioria das vezes os erros não são dos procedimentos ou das normas exigidas pelas empresas. Pelo contrário, muitas delas se preocupam com essas questões e pretendem humanizar o espaço de trabalho e beneficiar suas equipes da melhor maneira possível. O problema vem dos seres humanos que ali ficam oito, dez, doze ou mais horas diárias – e não precisam, necessariamente, ocupar cargos de chefia ou liderança. Podem se sentir sobrecarregados e começarem a negligenciar sua postura perante as outras pessoas.

A falta de diálogo (sincero) e a ambição fazem que com a concorrência seja injusta e essa busca (por não sei o quê) desenfreada por um lugarzinho ao sol. Todos querem chegar lá e não sabem como fazê-lo. Esquecem-se de que a competência e dedicação são fundamentais para isso e que, ao invés do estresse, deveriam ter confiança para poderem sobreviver nas corporações.

Bons profissionais sabem que o reconhecimento é adquirido com bastante comprometimento, estudo e persistência e, além de tudo, muita ética e dignidade. Esses valores são fundamentais para o crescimento íntegro e verdadeiro dentro e fora do local de trabalho. Os esforçados de verdade não precisam se preocupar. O próprio mercado se encarrega de fazer a seleção e exterminar as ervas daninhas.

Com o tempo passamos a ver que as pessoas são capazes de qualquer coisa para alcançarem seus objetivos. Fazem e falam o que querem em qualquer momento ou circunstância. Não se preocupam com os colegas e “atacam” a todo instante. Armam ciladas ou motins, além de formarem grupos para “minar” os bons profissionais. As palavras e os discursos têm que ser bem dosados para não causar raiva e incômodo no ambiente de trabalho, pois podem ferir e comprometer o rendimento dos colaboradores - líderes ou liderados.

O jogo nunca estará perdido se tivermos paciência e considerarmos a velocidade absurda que as informações circulam, afinal estamos num mundo globalizado e supostamente civilizado. Todos que são empenhados precisam acompanhar as orientações pontuais e a avalanche de “sugestões” que são impostas. A boa educação e o caráter deverão ser utilizados como guias para a boa conduta e nortear aqueles que realmente desejam vencer com dignidade e competência. Esse último – o caráter – deve ser acompanhado pelos gestores para que ninguém seja corrompido e integrado ao grupo do contra. As virtudes e qualidades geralmente são deixadas de lado quando algum indivíduo almeja “vencer” algum desafio e não se preocupa com ninguém que esteja a sua frente.

Portanto, defendo o profissional completo, ou seja, aquele que é competente tecnicamente, é capaz de racionalizar emocionalmente e tem a habilidade de se colocar no lugar do outro.

Acabamos nos tornando imunizados ou anestesiados com as dificuldades e pedras do percurso. Os problemas estão aí e devem ser resolvidos e não dá mesmo para fugir deles.

A mensagem que quero deixar é de otimismo e paz. Pretendo transmitir a segurança interior e capacidade que cada um de nós tem em mudar as coisas. Podemos e devemos fazer as melhores escolhas e não ter medo de errar. Acertar sempre seria excelente, mas infelizmente só aprendemos quando erramos.

 
LUIZ GABRIEL TIAGO

Luiz Gabriel Tiago é entrevistado pelo Jornal Santuário - Agosto de 2010

1- Partiu de qual necessidade criar um livro sobre este assunto?
Várias pessoas me fazem essa pergunta e a resposta é sempre a mesma: fui motivado pela raiva na empresa em que trabalhava e esse sentimento me fez repensar muitas coisas, principalmente a necessidade das pessoas lerem sobre o assunto.
Mas, esse livro não poderia ser exatamente sobre a patologia da raiva, efeitos orgânicos ou implicações psicológicas, e sim, queria escrever sobre o que as pessoas realmente são capazes de fazer quando sentem raiva, especialmente no ambiente profissional.
Me sentia um alienígena e não imaginava que outras pessoas também passavam por isso.Quando o livro foi publicado, recebi vários comentários no meu blog de leitores que agradeciam ter lido textos tão verdadeiros e francos e que retratavam a realidade nua e crua.

2- No livro, o senhor trata das mudanças de atitudes, da demonstração da inteligência, dos desafios no trabalho, do uso da tecnologia, entre outros aspectos. Detalhe um poucos sobre estes assuntos que foram refletidos no livro.
É normal sentirmos raiva e querermos aniquilar o “inimigo”. Mas como fazer isso sem perder a compostura, ética ou profissionalismo. Na verdade, não estimulo a vingança ou qualquer outro sentimento negativo. A minha proposta é vencer a raiva e usá-la como trampolim para o sucesso. Sim, ela pode ser convertida em ambição e transformar nossa carreira profissional, desde que seja interpretada de forma otimista e positiva.
Usar a inteligência para conquistar a confiança de outras pessoas, demonstrar sabedoria e maturidade, se engajar em projetos sociais e se comprometer com novas idéias dos líderes são algumas estratégias de como “driblar” a raiva de forma saudável e comprometida com o sucesso da corporação. São atitudes simples no dia a dia, mas que podem influenciar bastante na busca por uma boa posição no mercado de trabalho.


3- O que pode e o que não pode nas relações de trabalho quando unidas a vida pessoal? Até quando separar as coisas é importante?
Podemos nos relacionar da maneira que acharmos conveniente dentro da empresa, desde que não ultrapassemos os limites do respeito e da tolerância. Passamos a maior parte da semana trabalhando e convivendo com pessoas que não são da família e muito menos nossos amigos. Por isso esse contato diário acaba desgastando e o convívio acaba se tornando sufocante. Se agirmos sempre com cautela e soubermos “levar” as situações, encarando-as de forma profissional, ficará menos penosa essa situação.
De qualquer forma, todos nós somos seres humanos e temos problemas diversos. Sempre reforço em minhas palestras que as empresas devem buscar a humanização em suas gestões já que o cliente interno demanda cada vez mais atenção. Todos somos e estamos muito carentes, necessitando de cuidados e “mimos” todos os minutos justamente pelo tempo que não compartilhamos com nossos amigos e familiares. E, além do mais, quem consegue desenvolver suas tarefas diárias e produzir quando existem problemas pessoais insistindo em continuar no pensamento?

 
4- Quais os principais desafios ao escrever a obra?
O maior desafio de todos foi ser verdadeiro e escrever de forma que todos pudessem entender o verdadeiro sentido da raiva. Ela só é perniciosa se não for combatida no início porque pode se alastrar como uma erva daninha e comprometer várias equipes e inclusive os resultados da empresa.
Acredito que tenha conseguido de alguma forma transmitir essa mensagem e colaborar para o sucesso de muitas pessoas pois o feedback que tenho recebido me mostra isso, mesmo porque desmistificar esse sentimento pode ajudar a vencê-lo e a não ser dominado pela depressão.

5- Qual a repercussão da obra? Estão sendo positivas? É o seu primeiro livro?
Sim, esse é o meu primeiro trabalho publicado e sua repercussão tem sido fantástica. Tenho recebido vários convites para ministrar palestras em universidades e empresas e participar de mesas redondas sobre o assunto, já que resolvi “mexer na ferida” de muita gente, em especial os empresários que insistem naqueles moldes de gestão antiquada preocupada exclusivamente com os resultados numéricos.
Tantos essas empresas quanto os profissionais que não se preocupam com o capital humano tendem ao fracasso mais cedo ou mais tarde, já que ainda não inventaram uma estratégia mais poderosa que a gentileza e cordialidade no trabalho.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Amigo é coisa pra se guardar...

Recebi essa mensagem de um amigo hoje pela manhã e queria dividir com vocês. Obrigado em especial ao Andrielio de Natal / RN. Sucesso pra você!!!!






Um filho pergunta à mãe:

- Mãe, posso ir ao hospital ver meu amigo? Ele está doente!

- Claro, mas o que ele tem?

O filho, com a cabeça baixa, diz:

- Tumor no cérebro.

A mãe, furiosa, diz:

-E você quer ir lá para quê? Vê-lo morrer?

O filho lhe dá as costas e vai...

Horas depois ele volta vermelho de tanto chorar, dizendo:

- Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente!

A mãe, com raiva:

- E agora?! Tá feliz?! Valeu a pena ter visto aquela cena?!

Uma última lágrima cai de seus olhos e, acompanhado de um sorriso, ele diz:

- Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer:

'- EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!'



Moral da história: A amizade não se resume só em horas boas, alegria e festa. Amigo é para todas as horas, boas ou ruins, tristes ou alegres.

CONSERVEM SEUS AMIGOS(a)! PERDOE DE DESAVENÇAS QUANDO HOUVER, SEJA FELIZ AO LADO DELES PORQUE O VALOR QUE ELES TÊM NÃO TEM PREÇO...

Eu Quero Apenas - Roberto Carlos

Amigo




Eu Quero Apenas - Roberto Carlos

Eu quero apenas olhar os campos,

Eu quero apenas cantar meu canto,

Eu só não quero cantar sozinho,

Eu quero um coro de passarinho,

Quero levar o meu canto amigo,

A qualquer amigo que precisar.


Eu quero ter um milhão de amigos

E bem mais forte poder cantar

Eu quero ter um milhão de amigos

E bem mais forte poder cantar



Eu quero apenas um vento forte,

Levar meu barco no rumo norte

E no caminho o que eu pescar

Quero dividir quando lá chegar

Quero levar o meu canto amigo

A qualquer amigo que precisar


Eu quero crer na paz do futuro,

Eu quero ter um quintal sem muro

Quero meu filho pisando firme,

Cantando alto, sorrindo livre

Quero levar o meu canto amigo

A qualquer amigo que precisar


Eu quero amor decidindo a vida,

Sentir a força da mão amiga

O meu irmão com sorriso aberto,

Se ele chorar quero estar por perto

Quero levar o meu canto amigo

A qualquer amigo que precisar


Venha comigo olhar os campos,

Cante comigo também meu canto

Eu só não quero cantar sozinho,

Eu quero um coro de passarinhos

Quero levar o meu canto amigo

A qualquer amigo que precisar




quinta-feira, 2 de setembro de 2010