quarta-feira, 31 de março de 2010

Avoid the anger to be successful

Do not show your bitterness and disappointment to the people of the company you work to.  Anyone needs to care about your own problems and might not realise that you are angry or upset and have a plan for a good revenge. This plan is based on strategies and guidelines that will drive you to success.
Remember that your anger should turn into future career success, because it is a converter and a springboard for your final ascent. Evil can never win (cliché, but it is quite true)! In addition to preserving your image to the people of the company, make-up feelings that will help develop your self-control and think well if is right or whether the problem is yourself.
Anger is a dangerous disease that often undermine the person's inner and outer part time, or it can be contained for a long time and "overflow" suddenly. There are several factors that contribute to the emergence / increase in anger. The bruised ego, envy, the unfulfilled desires and the offenses finally. We can feel that when a desire or goals are not reached.
After that feeling of protest, anger causes insecurity, shyness or frustration in people. So it must be combated and treated with great caution not to interfere in the personal and professional development of human beings. The angry person does not have the necessary and end up contributing to the boycott of the company's strategies.
The virtues and the good feelings should contribute you getting better days. A good ambition must be part of our daily lives, we should seek nice things and promotions. It is hypocritical to wonder you need to bring down someone to reach the pinnacle of success. Do not show inferiority ever.
Some people think can beat the others by fatigue and promoting oral torture sessions with blows and insults. Those attitudes are irrefutable evidence of desperation and incompetence. Therefore, the time to show your talent will come, just follow the strategies to make it happen and always acting with caution not to lose the reason.
Hold back and don’t say unnecessary junk to anyone - your words may come back to you and serve as a powerful weapon to his rival (especially if you say something stupid and the person is above you). Count to ten, breathe deeply and stay quiet if you do not have a reasonable response. That's right! It will only respond if you have an answer worthy of a winner.
Sometimes, silence can be your ally to take time to think in a rematch. Remember those yoga classes you joined and learned how to control breathing, butterflies in a garden, a refreshing waterfall in a warm day or the sunset on the summer. Relax! Make no mistakes in the process of personal and professional upheaval.
Imagine being rewarded by moments of stress, receiving an award or being praised in public by a client - after all, customer satisfaction is what matters.
Your professional success will bring it to you within a short period of time not far from happening. You're trying to do because your are exercising one of the greatest virtues of humanity: the patience with other creatures.
A good strategist expects the right time to attack the danger zone and this has become a major threat to who knows what really wants. When the enemy does not see any movement on the other side may have two thoughts: at first it won’t happen a further attack. The second is awaiting a rematch with height (do not think you will not have the ability to fight back the time).
Instead of war, surprise them with acts of peace and love. There is even a foolproof tactic to disarm any enemy, send flowers on their birthday or on special dates. No one will resist your charms thereafter. Also, e-mail them praising the conduct of the sector or congratulating on the completion of a project.
Everyone knows that grudges can cause cancer and other ailments and you do not want to fail at that point. Go ahead and do not waste your time.

Luiz Gabriel Tiago

quarta-feira, 24 de março de 2010

INVISIBILIDADE IMAGINARIA


As vezes pensamos que nunca conseguimos realizar nossos desejos e duvidamos da nossa força interior. Sentimos, sofremos e não somos aptos a transformar as coisas a nosso favor. Seria ótimo manipularmos as situações e nos favorecer em tudo.
O desânimo bate e nos deparamos com a angústia e fraqueza. O sentimento que nos assola, a tristeza e a impotência em mudar as situações nos depravam e “empurram” nossa auto estima para baixo. A lei da gravidade existe e nos exige muito esforço (sobre)natural em nos reerguer e prosseguir a caminhada.
Pensamos: “Quero amar e ser correspondido”. “Sou competente e quero aquela vaga na empresa”. “Quero pagar minhas dívidas e viver tranquilamente”. Mas nem sempre isso é possível diante de tantas avalanches praticamente diárias em nossas vidas. Como recuperar e conquistar tudo isso? Sofrendo ou encarando com resignação os fatos? Será que ninguém nos enxerga?
Num bate-papo informal essa semana escutei uma pessoa me dzer que se sentia invisível ao mundo. “Ninguém me enxerga, parece que sou transparente”. Questionamentos difíceis de serem discutidos, mas com profunda exatidão e que nos remete à reflexão sobre alguns conceitos sobre paradigmas e tabus.
Esse texto não é de desânimo, pelo contrário. Intendo a corroborar para uma vida satisfatória e com alegrias. Sonhos e desejos se realizando e tudo o que tocamos virando ouro. Sei que é possível! O impossível é estarmos de braços cruzados esperando que tudo aconteça. O ato de agir simplesmente facilitará e mutará as possibilidades permitindo que o mundo enxergue aqueles que sonham.


LUIZ GABRIEL TIAGO

GENTILEZA AMBIENTAL NAS EMPRESAS


Um dos maiores empenhos das empresas nos dias de hoje é com a preservação e manutenção do meio ambiente. Vemos nitidamente e nos deparamos com projetos fascinantes que vislumbram muito mais que o plantio de uma árvore. A preocupação das corporações com a sustentabilidade ambiental está sendo propagada e se alastrando com muita solidez e dedicação.

Programas de reciclagem de materiais nocivos à natureza como pilhas, baterias, papel, alumínio, lixo, etc, são somente uma pequena demonstração de todas as possibilidades de engajamento nessa área. Parabenizo com louvor todas aquelas corporações que realmente estão dispostas a isso, pelo menos isso.

Outro detalhe importante, que não devemos esquecer, é a conscientização direta dos colaboradores quando embuídos nesses projetos. Quando os programas são sugeridos e adotados como institucionais, acabam despertando a consciência dos sujeitos sobre a necessidade da manutenção da vida.

Antigamente escutávamos muito sobre educação ambiental. Participávamos de treinamentos e cursos sobre o tema e tínhamos que multiplicá-lo aos nossos colegas e familiares.

Realmente, tinha um efeito positivo no comportamento diário, desde o simples e correto recolhimento do lixo doméstico, limpeza e higienização das casas e roupas, escovação dos dentes das crianças e economia de energia elétrica. O esclarecimento sobre coisas rotineiras que nem percebíamos acabaram transformando a mentalidade e noção que temos hoje.

O meio ambiente corporativo está diretamente ligado a essa preocupação com o natural e o social também. O convívio entre as pessoas deve estar inserido nesse contexto, onde é indispensável um bom relacionamento baseado na confiança, solidariedade e educação.

O bem estar pessoal é e deve ser matéria obrigatória em todas as aulas nas empresas. A propagação da gentileza nos dias de hoje deveria ser requisito indispensável na gestão de pessoas e equipes. Sei que não é fácil lidar com seres humanos e sempre estar apto a entendê-los, mas não é impossível. Pode ser pontual essa capacidade, mas deve ser desenvolvida pelos líderes. Aliás, os líderes também devem ser motivados a isso.

Diga sim as boas relações interpessoais principalmente nos momentos de crise. Pare e reflita sobre seu comportamento e atitudes com os outros. O meio ambiente interno tem que ser saudável e propiciar o surgimento de novas ideias (não tem mais acento agudo) que alavanquem o sucesso pessoal, depois o empresarial. Os colaboradores estão diretamente inseridos nesse contexto, não podemos esquecer que são seres pensantes e com sentimentos. Afinal, também fazemos parte da vida natural e social.



Luiz Gabriel Tiago

sexta-feira, 19 de março de 2010

(RE)COMEÇO COM PULSO FIRME - SEJA GENTIL COM SUA VIDA.


Sempre há tempo para repensarmos nossos feitos, principalmente quando não nos sentimos realizados profissionalmente ou nos sentimos incapazes e desabilitados para a vida. É praticamente impossível desassociar a satisfação pessoal da profissional e vice versa (não é tão simples assim deixar os problemas do lado de fora da empresa). Mas esse sentimento é natural e inerente as pessoas que são guiadas pela natureza e ponderação. A racionalidade não acontece somente quando tomamos uma decisão centrada ou correta diante da necessidade – ela está presente naqueles que precisam de bem estar psíquico para viver. Porém deve ser convertido e servir de estímulo para uma mudança rápida, pois as revoluções para o bem são sempre bem vindas e devemos estimular essa alteração de vez em quando. As pessoas ao redor que são detentoras de habilidade para detectar essa urgência, devem se movimentar e ajudar ao desprovido de ânimo nesse instante. Apesar de serem cada vez mais raras, sem condená-las, pois são dirigidas pela burocracia, essas pessoas ou líderes ainda existem por aí.

Conhecemos indivíduos que gostariam de estar em nossos lugares e nos invejam por termos um emprego simplesmente e vivemos reclamando de tudo. Nunca estamos satisfeitos com nossas condições, mas o correto é lutar para revitalizá-las e aparar o que for necessário. Nada é alcançado sem esforço ou sacrifício e somente temos aquilo que merecemos e buscamos. Uma busca, digo particularmente, cansativa e que exige muita dedicação e empenho. Em outro artigo escrevi sobre a disciplina e ela se aplica nisso também. Somos obrigados a nos exigir impulso e energia para sobrevivermos e transformarmos nossos sonhos em realidade. Nesse caso, devem gerar objetivos e metas e temos que traçar planos para chegarmos até eles. No início tudo parece muito difícil e pensamos em desistir. Mas, porque desanimarmos se esperamos uma recompensa? O troféu de todo esse esforço são a nossa vitória e os frutos maduros que colhemos com o passar do tempo. Esse tempo não deve ser mensurado em dias, meses ou anos. Ele pode ser calculado instantaneamente e podemos nos compensar com cada segundo respirado com dedicação e trabalho. Todos os segundos são levados em consideração quando pensamos na vida como um todo e ela (a vida) passa como um piscar de olhos.

Então vamos analisar a vivência dentro de uma empresa. As corporações exigem resultados em todos os momentos e as etapas devem ser cumpridas diariamente. Por isso digo que não podemos trabalhar hoje para conquistarmos algo depois de alguns anos. Vide que não faço conjecturas sobre o futuro. Ressalto os resultados imediatos, pois é isso que o mercado de trabalho ambiciona e espera de nós. Desempenhamos tarefas exaustivamente e cansamos nossas mentes e corpos. Portanto, devemos aproveitar todas as oportunidades que surgirem para relaxarmos e direcionarmos o consciente numa corrente positiva e otimista. Dedicar algum tempo à família e as atividades que proporcionam descanso mental são fundamentais nessa etapa.

Se chegarmos a essa altura do campeonato e nos sentimos cansados - mas nunca desistimos - devemos raciocinar e refletir sobre o que queremos. Sei que sabemos os nossos anseios e disputamos boas colocações todos os dias nesse meio desenfreado. Já alcançamos algo por isso. Conquistamos espaço e temos peso no mercado. Se o desânimo nos abater, devemos recomeçar, pois nunca é tarde para isso. Aliás, nunca é tarde para nada. A desistência é que não pode dominar nossas cabeças e talento adquirido com a experiência. Ninguém é capaz de subtrair aquilo que aprendemos, pois somos indivíduos com sensações e vivências únicas. Digo que tudo o que vivemos é pessoal e intransferível.

Todos nascem com inteligência e potencial para alguma coisa. Conhecemos pessoas que mal sabem ler e escrever e, mesmo assim, desenvolvem habilidades que, mesmo que tentemos, não conseguiríamos obter com o mesmo êxito.

Já se imaginou cuidando muito bem de crianças como as babás e criando um vínculo extremamente forte com suas famílias? Já se imaginou trabalhando em cemitérios enterrando pessoas e conseguir dormir normalmente todas as noites? Pense agora naqueles profissionais que arriscam suas vidas como os bombeiros e policiais. São pessoas que detêm competências natas e que desenvolvem suas atividades com toda a dedicação e esmero como você que está lendo esse texto, independente de sua vocação ou habilidade.

Pois bem, existem pessoas que fazem isso e gostam muito. Pena que muitos se depreciam por se acharem velhos demais ou sem dom para nada.

O começo (ou recomeço) para muitos pode ser complicado principalmente quando elencam muitos obstáculos e dificuldades para tentarem dar uma guinada em suas vidas, principalmente quando reclamam que ou nunca têm tempo ou que não vão ter o apoio da família. Dizem que existem pessoas que dependem de sua dedicação como os filhos ou os pais por serem muito velhos. Não encontram solução ou saída para voltar a estudar e, muitas vezes, ainda precisam ser alfabetizadas. As possibilidades de esse projeto dar certo são muito maiores do que os empecilhos que promovem, pois parece que seus problemas são maiores que os de outras pessoas.

Conheço mulheres e homens que recomeçam suas vidas depois dos quarenta anos e se sentem revigoradas como um jovem adolescente. A idade mental é que determina o que cada um pode fazer e ser. A vontade de dar a volta por cima é soberana e vital para quem realmente quer alcançar alguma coisa.

As empresas hoje procuram pessoas dispostas a investir em suas carreiras independentemente da idade ou sexo. A vontade de seguir em frente e se dedicar são preponderantes num processo de seleção. Não existe distinção desses itens mais. O que vale mesmo é a coragem e traços de talento que são natos de todos os sujeitos.

Não crie dificuldades que não existem. Não se ache a pessoa mais incapaz do mundo. Não culpe os outros pelos seus problemas. Somos aquilo que queremos e podemos alcançar nossos objetivos - basta traçá-los e se esforçar bastante. Não se preocupe com poucas horas de sono ou se tem que se deslocar muito até o trabalho ou escola. Nunca ouvi dizer que alguém morreu porque trabalhava muito longe de sua moradia. Realmente, sei que é desgastante e cansativo, mas não dá pra desistir por esse motivo. Conheço pessoas que se desligam do trabalho e culpam isso e é inaceitável e características da covardia. Na verdade, querem mesmo é não fazer nada e viver do favor dos amigos e parentes. Gostam do ócio e de ficar em casa descansando, pois acham que a vida é feita de sombra e água fresca.

Não deixe esse mundo te levar para o abismo e não se acostume com a indisciplina. Seja gentil com sua consciência e se orgulhe de si próprio. Abrace essa causa para se lembrar do passado com alegria e satisfação.

Peço desculpas se estou sendo bastante franco em relação a isso, pois na verdade, quero chamar a atenção de pessoas que se aproveitam do esforço de outros para viver. Para esses digo que devem buscar o estudo e o trabalho, pois se esperarem sentados algo de bom acontecer, podem cansar. Aliás, perdão mais uma vez. Pessoas assim nunca cansam de fazer nada! São "nada".

Não se permita ser incluído nesse time de derrotados. Procure a coragem dentro de si e lute bastante para ser feliz. Procure um emprego, se dedique e cuide de sua vida. Não se abata diante das dificuldades e não desvie sua atenção para o que os outros fazem ou pensam. Aja com personalidade e com vontade de chegar lá. A linha de chegada está pronta para pessoas empreendedoras e que não têm medo de viver. Levante sua auto-estima, não espere milagres acontecerem e não acredite em ilusões, pois o mundo não é nenhum conto de fadas. Temos que nos espelhar naqueles que deram certo e saber como fizeram para alcançar a realização. É muito bom atingir o ponto máximo, pois os limites somos nós que determinamos. Depois que se sentir preparado, elabore um bom currículo e busque sua vaga ou promoção. Tem sempre alguma empresa esperando por alguém como você. Insista e acredite na vida.

Vai até lá!

LUIZ GABRIEL TIAGO

Trecho da musica "Ate quando?"


Até Quando?
Composição: Gabriel o Pensador; Itaal Shur; Tiago Mocotó



Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente.
A gente muda o mundo na mudança da mente.
E quando a mente muda a gente anda pra frente.
E quando a gente manda ninguém manda na gente.
Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura.
Na mudança de postura a gente fica mais seguro.
Na mudança do presente a gente molda o futuro.


Alguns de meus livros preferidos



Atendendo a pedidos, estou postando alguns dos meus livros preferidos. Logico que existem outras centenas que irei postando com o tempo. Vale a dica!

O Principe – Nicolau Maquiavel

A Arte da Guerra – Nicolau Maquiavel

A Arte da Guerra – Sun Tzu

Divina Comedia – Dante Aligheri

Seis Propostas para o Proximo Milenio – Italo Calvino

Codigo Da Vinci – Dan Brown

Anjos e Demonios – Dan Brown

A Insustentavel Leveza do Ser – Milan Kundera

A Metamorfose – Franz Kafka

Pedagogia do Oprimido – Paulo Freire

O Ocio Criativo – Domenico de Masi

O Nome da Rosa – Humberto Eco

Dom Quixote – Miguel de Cervantes

O Discurso do Metodo – Rene Descartes

A Critica da Razao Pura – Immanuel Kant

A Genealogia da Moral – Friederich Nietzschie

Memorias Postumas de Bras Cubas – Machado de Assis

Dom Casmurro – Machado de Assis

Grande Sertao: Veredas – Jose Guimaraes Rosa

Antologia Poetica – Vinicius de Moraes

Historia da Linguagem e do Pensamento – Vigostsk

O Monge e o Executivo – James Hunter

Os Lusiadas – Luiz de Camoes

O Cortico – Aluisio Azevedo

Capitaes de Areia – Jorge Amado

Anarquistas Gracas a Deus – Zelia Gatai

O Pequeno Principe – Saint Exupery

O Menino do Dedo Verde – Maurice Druon

O Xango de Baker Street – Jo Soares

Brida – Paulo Coelho

Quem Matou Vargas – Carlos Heitor Cony

Antologia Completa – Carlos Drummond de Andrade




quinta-feira, 18 de março de 2010

Reflexao

"É necessário ter o caos aqui dentro para gerar uma estrela."

TAJ MAHAL - UMA HISTORIA DE AMOR

Umas das 7 maravilhas do mundo, praticamente todos já o viram em inúmeras fotografias, mas o que poucos sabem, é a história que está por detraz deste inigualável monumento. O Taj Mahal, é não mais do que uma ode ao amor e representa toda a eloquência que este sentimento pode ser. Durante séculos, o Taj Mahal inspirou poetas, pintores e músicos que tentaram capturar a sua magia em palavras, cores e música. Viajantes cruzaram continentes inteiros para ver esta esplendorosa beleza, sendo poucos os que lhe ficaram indiferentes.
Como todas as histórias, esta também começa da mesma maneira... Era uma vez um príncipe chamado Kurram que se enamorou por uma princesa aos 15 anos de idade. Reza a história que se cruzaram acidentalmente mas seus destinos ficaram unidos para todo o sempre. Após uma espera de 5 anos, durante os quais não se puderam ver uma única vez, a cerimónia do casamento teve lugar do ano de 1612, na qual o imperador a rebaptizou de Mumtaz Mahal ou "A eleita do palácio". O Príncipe, foi coroado em 1628 com o nome Shah Jahan, "O Rei do mundo" e governou em paz.
Quis o destino que Mumtaz não fosse rainha por muito tempo. Ao dar à luz o 14º filho de Shah Jahan, morreu aos aos 39 anos em 1631. O Imperador ficou tremendamente desgostoso e inconsolável e, segundo crónicas posteriores, toda a corte chorou a morte da rainha durante 2 anos. Durante esse período, não houve musica, festas ou celebrações de espécie alguma em todo o reino.
Shah Jahan ordenou então que fosse construído um monumento sem igual, para que o mundo jamais pudesse esquecer. Não se sabe ao certo quem foi o arquitecto, mas reuniram-se em Agra as maiores riquezas do mundo. O mármore fino e branco das pedreiras locais, Jade e cristal da China, Turquesa do Tibet, Lapis Lazulis do Afeganistão, Ágatas do Yemen, Safiras do Ceilão, Ametistas da Pérsia, Corais da Arábia Saudita, Quartzo dos Himalaias, Ambar do Oceano Índico.

terça-feira, 16 de março de 2010

O Contrario do Amor - Martha Medeiros

Sem duvida, meu texto preferido. Martha Medeiros sabe o que faz!

O contrário do Amor


O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.

Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.

Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.

Martha Medeiros

segunda-feira, 15 de março de 2010

25 ANOS DE DEMOCRACIA - ARTIGO DO GOVERNADOR DE SAO PAULO - JOSE SERRA - LEITURA OBRIGATORIA

Prisioneiros da democracia

Sejamos todos cativos da democracia. É a única prisão que presta tributo à liberdade. Repudiemos a sugestão de que menos democracia pode implicar mais justiça social.

15 de março de 2010 0h 00

José Serra - O Estadao de S.Paulo

O Brasil comemora hoje os 25 anos da Nova República. Isso quer dizer que celebra um quarto de século de estabilidade política e de plena vigência do Estado de Direito, o mais longo período da fase republicana com essas características. Na primeira década da restauração da normalidade institucional, a democracia de massas firmou-se e afirmou-se no bojo da nova Constituição. E isso se deu apesar da morte do presidente eleito Tancredo Neves, da superinflação, do sufoco externo e do impeachment do primeiro presidente eleito pelo voto direto desde 1960.

A partir da estabilidade de preços conquistada pelo Plano Real, a credibilidade externa foi sendo reconquistada, nosso setor produtivo tornou-se mais competitivo interna e externamente, as fronteiras do comércio se expandiram e, acima de tudo, deflagrou-se um processo cumulativo de acesso das camadas mais pobres a um nível mínimo de bem-estar social. E essa mudança não caiu, como diria alguém, da árvore dos acontecimentos. Foi uma construção.

Durante muito tempo, a imagem do Brasil como o país do futuro foi para nós uma bênção e uma condenação. Se ela nos ajudava a manter a esperança de que um dia transformaríamos nosso extraordinário potencial em felicidade vivida, também nos condenava a certo conformismo, que empurrava, sempre para mais tarde, os esforços e sacrifícios necessários para a superação de limites. Durante um bom tempo, o gigante que um dia acordaria serviu mais à má poesia do que à boa política. E tivemos de dar o primeiro passo, aquele que, pode-se dizer agora, decorridos 25 anos, foi um ato de fato inaugural. E não que a fronteira tenha sido rompida sem oposições de todos os lados.

Certo convencionalismo pretende que a história dos povos se dê numa alternância mecânica de ruptura e acomodação; a primeira engendraria mudanças que acelerariam a história, conduzindo a um patamar superior de civilização; a segunda concentraria as forças da conservação ou mesmo do reacionarismo, sendo fonte de perpetuação de injustiças.

A nossa história de país livre não endossa esse mecanicismo. Sucedendo à monarquia constitucional, a República entrou em colapso em menos de 40 anos. Somente nos anos 90 tivemos o primeiro presidente ? Fernando Henrique Cardoso ? que, eleito pelo voto universal, transmitiu o poder a um presidente igualmente escolhido em eleições livres e que concluiu seu mandato. Em pouco mais de um século de República, o Brasil teve dois presidentes constitucionais depostos, um que se suicidou para evitar a deposição, um que renunciou e outro que foi afastado de acordo com as disposições da Constituição ? no período, o país experimentou duas ditaduras: a do Estado Novo e a militar.

Como se nota, experimentamos mais rupturas do que propriamente acomodação ? e boa parte delas não pode ser considerada um bem. Enquanto aquele futuro mítico nos aguardava, as irresoluções foram se acumulando. Quando o Brasil, na década de 80, se reencontrou com a democracia, era visto como uma das sociedades mais desiguais do planeta, com uma dívida externa inadministrável, uma economia desordenada e uma moeda que incorporara a inflação como um dado da paisagem.

A Nova República teve a coragem da conciliação sem, no entanto, ceder nem mesmo os anéis ao arbítrio. E isso só foi possível porque o povo brasileiro não se deixou iludir pela miragem de uma mudança por meio da força. Entre a democracia e a justiça social, escolhemos os dois. Nem aceitamos que a necessidade da ordem nos impedisse de ver as óbvias injustiças nem permitimos que, para corrigi-las, fossem solapadas as bases da liberdade. O povo ficou ao lado das lideranças que tiveram a clarividência de escolher a transição negociada. Aqueles eventos traumáticos que marcaram os 10 primeiros anos da Nova República não chegaram nem sequer a arranhar a Constituição. Ao contrário: curamos as dores decorrentes da democracia com mais democracia; seguimos Tocqueville e respondemos aos desafios da liberdade com mais liberdade.

Essa vitória da mudança gradual sobre as ilusões da ruptura não se fez sem lutas. Milhões de brasileiros foram para as ruas, em ordem e sem provocações, exigir o voto popular direto para a Presidência e para todos os cargos eletivos. O movimento das Diretas-Já não foi imediatamente vitorioso, mas mostrou sua legitimidade e levou setores que apoiavam o "antigo regime" a perceber que uma nova ordem estava nascendo: a ordem democrática.

Assistimos à Constituinte, às eleições diretas e à plena restauração da soberania popular. Esse tripé da consolidação democrática, com seus corolários ? alternância no poder e transição pacífica ?, são a base institucional que distingue o Brasil do presente daquele da fase da instabilidade. Foi a crença nesses valores que nos permitiu superar a ilusão de soluções radicais e imediatistas. A democracia, tornada um valor inegociável, permitiu que os sucessivos governos pudessem aprender com os erros de seus antecessores e os seus próprios, corrigindo-os, o que concorre para o aperfeiçoamento das políticas públicas.

Não foram erros pequenos nem triviais. Alguns foram monumentais, como o confisco da poupança e a tentação, de um cesarismo doidivanas, de acabar com a inflação "num só golpe", confiscando a poupança popular. A democracia que nos permitia errar de modo fragoroso também nos permitiu um acerto histórico: a implementação, nos governos Itamar Franco e Fernando Henrique, do Plano Real. Ele nasce, sem dúvida, de uma engenharia econômica ímpar, de um rigor técnico até então desconhecido no Brasil nos planos de estabilização, mas acredito que uma das razões de seu sucesso nunca foi suficientemente considerada: ele foi amplamente negociado com a sociedade, com um razoável período de transição entre os dois regimes monetários. Mais uma vez, o gradualismo mostrava a sua sabedoria.

A inflação não morreu com um golpe. Ela morreria com inteligência e democracia.

O significativo avanço das condições sociais e a redução do nível de pobreza no Brasil, hoje exaltados em várias línguas, só se deram por conta de políticas que foram se aperfeiçoando ao longo de duas décadas, como a universalização do Funrural, os ganhos reais no salário mínimo e os programas de transferência de renda para famílias em situação de extrema pobreza. O atual governo resolveu reforçar essas políticas quando percebeu que "inovações" como o Fome Zero e o Primeiro Emprego fracassaram. Também é um dado da realidade que as balizas da estabilidade, cuja régua e compasso são o Plano Real, foram mantidas (mais no primeiro do que no segundo mandato).

O crescimento, o desenvolvimento e o bem-estar não são manifestações divinas. Não estão garantidos por alguma ordem superior, a que estamos necessariamente destinados. Existem em função das escolhas que fazemos. Sou muito otimista sobre as possibilidades do Brasil. Se, antes, parecíamos condenados a ter um futuro inalcançável, hoje já se pode dizer que temos até um passado bastante virtuoso. Mas é preciso cercar as margens de erro para que continuemos num ciclo virtuoso. Dados recentes divulgados pelo IBGE demonstram que voltamos a ter um déficit externo preocupante e que a taxa de investimento está bem abaixo do desejável ? especialmente no caso do setor público ? para assegurar no futuro a expansão necessária da economia e do consumo. Afinal, os desafios que o Brasil tem pela frente ainda são imensos.

Com a Nova República, o Brasil fez a sua escolha pela democracia e pelo Estado de Direito. É essa a experiência que temos de levar adiante, sem experimentalismos e invencionices institucionais. Porque foi ela que nos ensinou as virtudes da responsabilidade ? inclusive a fiscal. Fazemos, sim, a nossa história; fazemos as nossas escolhas, mas elas só são virtuosas dentro de um desenho institucional estável.

Sejamos todos cativos da democracia. É a única prisão que presta seu tributo à liberdade. Assim, repudiemos a simples sugestão de que menos democracia pode, em certo sentido, implicar mais justiça social. Trata-se apenas de uma fantasia de espíritos totalitários. Povos levados a fazer essa escolha acabam ficando sem a democracia e sem a justiça.

GOVERNADOR DE SÃO PAULO

quinta-feira, 11 de março de 2010

SOU UM INTELECTUAL MODERNO

“O mundo não é. O mundo está sendo. Como subjetividade curiosa, inteligente, interferidora na objetividade com que dialeticamente me relaciono, meu papel no mundo não é só o de quem constata o que ocorre mas também o de quem intervém como sujeito de ocorrências. não sou apenas objeto da história mas seu sujeito igualmente. no mundo da história, da cultura, da política, constato não para me adaptar mas para mudar.” (Paulo Freire, 1997: 85-86.)

MARTHA MEDEIROS

"Sumi porque só faço besteira em sua presença, fico mudo
quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando
melhor seria silenciar, faço brincadeiras de mau gosto e sofro
antes, durante e depois de te encontrar.
Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de
lidar, pior é não ter presente e o passado ser mais fluido que o ar.
Sumi porque não há o que se possa resgatar, meu sumiço é
covarde mas atento, meio fajuto meio autêntico, sumi porque
sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência,
pareço desinteressado, mas sumi para estar para sempre do seu
lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua
desajeitada e irrefletida permanência."

Nao e a toa que sou fa dessa mulher! Martha Medeiros continua fantastica e escrevendo o que precisamos. Beijos amiga! Abracos, Luiz Gabriel Tiago.

segunda-feira, 8 de março de 2010

O jovem e o trabalho no exterior

Aprimorar um idioma estrangeiro, amadurecer, aperfeiçoar o currículo, obter novas experiências profissionais e de vida. Esses são alguns dos objetivos dos profissionais que encaram o desafio de trabalhar fora do país. Os programas de trabalho no exterior são um atrativo e tanto para jovens executivos em busca de novas conquistas na carreira. O setor de trabalho em outro país foi um dos mais afetados durante a crise econômica que gerou muito desemprego nas nações que costumam receber intercambistas e, por conta do alto índice de desemprego, as vagas que surgiam eram preenchidas pelos próprios cidadãos do país. No entanto, com a retomada de muitas economias pelo mundo e a recuperação das organizações, essa prática está voltando a ser executada.
A oferta é boa, o salário é melhor do que o pago no Brasil, mas a cobrança é muito maior também. Quem decide optar por esse caminho deve ter a consciência de que o compromisso é grande com o empregador, já que a empresa financia sua formação profissional, deposita total confiança, mas quer ver os resultados. Gisele Mainardi, gerente de trabalho e estágios no exterior da CI, agência especializada em intercâmbio para jovens e executivos, que variam entre seis meses e um ano e meio, explica como funciona o processo: “verificamos qual a experiência profissional da pessoa e em que área está buscando especialização, entramos em contato e verificamos quais empresas estão dentro da área que eles buscam”. Segundo Gisele, desde dezembro do ano passado, a agência tem recebido muitas oportunidades de emprego para os EUA. “É necessário ter um bom perfil para que a empresa tenha interesse nele. Ao mesmo tempo, precisamos de empresas dentro da área de especialização que o candidato deseja”, completa.

Para esse tipo de programa de intercâmbio, a maioria das empresas participantes é de grande porte e multinacional, cujo interesse é ter uma diversidade cultural em seu grupo de colaboradores, não apenas pela riqueza que isso representa, mas também para absorver outras culturas. Manoel Vila Nova, supervisor de abastecimento do Wal Mart, é um exemplo de jovem executivo que participou de intercâmbio empresarial. “Tinha um emprego aqui no Brasil, mas não estava mais contente com ele. Pensei em dar um tempo, morar fora, e ter uma nova experiência, até para repensar a carreira. Viajei realmente com a intenção de verificar o que essa experiência iria me proporcionar”. Vila Nova trabalhou nos EUA como assessor de Marketing do Hilton Hotel. “Trabalhei com pesquisa de mercado, pesquisa de preços com outros hotéis concorrentes e até no helpdesk para melhorar a fluência no idioma inglês. A cultura corporativa americana é diferente da nossa. Você não fica engessado em uma só função”, observa. Como estamos falando de jovens, geralmente recém-formados, a questão da maturidade pessoal e profissional fica em evidência. Para esse tipo de programa, a idade recomendada é a partir dos 23 anos de idade. “Se pegarmos uma pessoa muito mais nova do que isso, há a questão da adaptação. Estamos falando de pessoas que são mais novas; que, em geral, ainda moram com os pais; e que ficarão um ano ou mais fora, sozinhas, trabalhando e respondendo por tudo que fazem: ganhar salário e pagar contas sem ajuda dos pais”, afirma Gisele Mainardi. Para ela, o jovem deve ter não só as responsabilidades com o empregador, mas também tocar a vida sem depender de ninguém.

As áreas que geralmente empregam esse perfil de profissional são as de tecnologia, administração, marketing, design e, principalmente, turismo. As vagas estão relacionadas à indústria hoteleira, já que o próprio tipo de atividade exige que a empresa tenha staff internacional e variado. “Hoje, trabalho em uma área que não é de hotelaria, mas só o fato de ter passado por essa experiência fora do país, pesou muito para minha contratação aqui no Wal Mart, que é uma empresa americana, com filosofia e cultura parecidas com a do Hilton Hotel”, diz Vila Nova. Gisele Mainardi afirma que quem se interessar por esse tipo de experiência, é importante ficar muito atento, já que as empresas estão abrindo muitas oportunidades fora. ”O início do ano é uma época em que as empresas fazem esses processos seletivos de trainee para contratação até o mês de agosto”, completa.

O retorno Um dos objetivos do profissional que opta pelo trabalho no exterior é aprimorar o currículo, a fim de conquistar melhores posições aqui no Brasil em sua volta. As empresas nacionais vêem com muito bons olhos os profissionais que tiveram experiência fora, pois além de uma vivência diferente, a pessoa que passou por esse teste, costuma ser mais flexível, já que se adaptou a novos ambientes e culturas. E isso é muito avaliado e buscado pelas empresas brasileiras. “Trouxe uma carta de recomendação do diretor de RH do Hilton Hotel com diversos elogios a meu respeito, comentando que fui o melhor trainee que já havia passado por lá e que foi um grande acerto deles terem me contratado”, relata Vila Nova, “mostrei essa carta para meu atual diretor no Wal Mart e isso foi preponderante para minha contratação”, finaliza.



Por Caio Lauer

Frase do dia



"O ontem é um cheque cancelado; o amanhã é uma nota promissória; o hoje é a única grana que você tem, então gaste-a com sabedoria."

Kay Lions

08 DE MARCO, DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Fonte: www.globo.com
Gabriela Gasparin e Marta Cavallini Do G1, em São Paulo


Quando elas chefiam eles, respeito e compreensão fazem a diferença
O G1 conversou com mulheres que chefiam equipes masculinas. Ouvir o que o subordinado tem a dizer ajuda a comandar.


As conquistas da mulher no mercado de trabalho tornaram mais recorrente um tipo de hierarquia corporativa que, em outros tempos e contextos, seria impensável: mulheres no comando de equipes formadas, na maioria, por homens.
A engenheira civil Elianna Melo, de 36 anos, chama seus funcionários de “meninos”. Ela trabalha com obras há 15 anos e é proprietária há cerca de dois anos de uma construtora de pequeno porte, especializada em acabamento fino de imóveis. Na sua empresa atual, a Série 7 Engenharia, localizada em Santo André, no ABC paulista, ela chefia 12 homens, entre encarregado, mestre de obras, pedreiros e ajudantes de pedreiros, mas já liderou 60 quando coordenou uma obra na Avenida Faria Lima. Para a engenheira, a chave da boa convivência é o respeito.

“Nunca tive dificuldade de me impor. Eu tenho o respeito deles porque eu respeito as pessoas. Eu não faço sozinha uma obra, cada um tem sua função, não existe essa história de engenheiro se achar melhor que os outros. Quem usa marreta é tão importante quanto quem coordena. Meus meninos sabem que eu penso assim, a gente entende que é uma equipe”, afirma. Elianna diz que é necessário ouvir os funcionários e trocar experiências para cumprir as metas. Durante suas visitas às obras – ela está tocando quatro atualmente, todas em São Paulo – ela troca vestidos curtos e justos, as roupas com decote e o salto alto pela bota, o capacete e a calça jeans. “Não é para ser dondoca, eles têm que sentir que você é um deles, aí eles veem que você faz parte da equipe, isso é importante, chama o cara para a responsabilidade e valoriza ao mesmo tempo o trabalho dele. Quando dá errado eu falo, quando dá certo eu também falo diretamente para quem executou o serviço”, diz. E, segundo Elianna, sua equipe nunca a deixou mão. “Se precisar trabalhar à noite e no fim de semana eles estão dispostos”.
O marido de Elianna é engenheiro eletricista e, segundo ela, entende o fato de ela trabalhar sempre com equipes compostas só de homens. “Tem que pôr o pé no barro, na argamassa, eu subo no telhado, na caixa d’água, em andaime, e se precisar falo palavrão quando algo dá errado”, diz.
Sem preconceito Aos 62 anos, Vera Gabriel está acostumada a trabalhar e chefiar equipes compostas por homens. Presidente da distribuidora de produtos químicos Carbono Química há cerca de dez anos, Vera conta que 80% do quadro de funcionários é formado por profissionais do sexo masculino.
Logo abaixo dela estão cinco diretores, sendo que quatro são homens. Segundo a vice-presidente, a empresa possui muitos funcionários homens por conta do próprio ramo de atuação, composto majoritariamente por eles, como motoristas, carregadores, técnicos e engenheiros químicos. A fatia de 20% representada pelas mulheres está principalmente nas áreas administrativas da empresa, como os setores de recursos humanos, marketing e vendas. Vera afirma que nunca sofreu preconceito por ser uma mulher e estar no comando de uma empresa onde o sexo predominante é o masculino. Pelo contrário, para ela é muito mais fácil trabalhar com o homem do que com a mulher. “Quem comanda precisa saber dar ordens. O homem aceita melhor receber ordens de uma mulher do que as próprias mulheres ”, diz. Ela revela, entretanto, que para dar ordens é preciso saber escutar. “Não funciono no esquema ‘eu mando você obedece’.”
Na opinião da presidente, as mulheres, apesar de serem mais persistentes, “travam” quando são conduzidas por outra mulher. “O homem é mais equilibrado nesse sentido”, diz. Vera, entretanto, tem suas estratégias de comando: “O sucesso de trabalhar com homem é não interferir na forma como ele trabalha, deixar ele desenvolver. As interferências devem acontecer somente nos resultados”, indica. Para elas, as mulheres precisam de um acompanhamento maior, uma vez que são mais competitivas. De qualquer forma, a presidente defende que uma empresa precisa de ambos os sexos para funcionar e ter um equilíbrio. “No meu modo de ver, um complementa o outro”, diz. Evolução Para Vera, a inserção cada vez maior das mulheres no mercado de trabalho acontece paralelamente à participação cada vez maior dos homens nas atividades domésticas. “Hoje vejo meu filho e meu genro ajudando as mulheres no lar. Os homens vão se acostumando a trabalhar com as mulheres e não estranho quando isso acontece também na empresa”, afirma.
Ela é formada em direito e assumiu a presidência da empresa após a morte de seu pai. Vera afirma que, no início da carreira, trabalhava em seu escritório de advocacia. Depois da aquisição da empresa por seu pai, há cerca de 30 anos, Vera passou a atuar nos dois ramos, o que faz até hoje.
Para Denise Romanelli, de 42 anos, que também comanda uma equipe composta majoritariamente por homens, não há diferença entre o trabalho deles e o delas. Ela é diretora financeira do Grupo GR, empresa especializada em segurança.
“No mundo atual não tem mais essa diferença. Depende da postura que a mulher se coloca. Independente de ser mulher ou homem, são profissionais”, diz. Ela complementa que, talvez, a única diferença que pode haver entre ambos está na questão física.
Romanelli diz acreditar que os homens até preferem trabalhar com mulheres, pelo fato de elas terem visões diferentes em determinadas situações, por serem mais “femininas”.

sábado, 6 de março de 2010

SE ENCHA DE SI MESMO

"Se encha de si mesmo, de todas as condições possíveis para mudar o que não lhe agrada. Corra, faça exercícios, conheça pessoas, se permita ser conhecido por elas e de uma vez por todas esqueça tudo o que pode ser recolocado e só admita qualidade a sua volta, do contrário irá colocar a sua vida sempre à beira da tristeza." Joel Thrinidad.


Retirei esse fragmento de um texto anônimo cujo autor eu desconheço e resolvi postá-lo por transmitir tudo aquilo que precisamos. Leia com atenção e veja se o conceito de "gentileza" não está inserido nele.
Precisamos admitir e enxergar que nós somos as pessoas mais importantes do mundo. Não importa se os outros não te aceitem como é e queiram que seja algo diferente. Mas se sinta dessa forma – uno com o mundo e dono da sua própria vida. Pratique a gentileza ao próximo, principalmente na sua família, círculo de amigos e empresa que trabalha. O relacionamento interpessoal deve ser pautado na boa educação, cordialidade, solidariedade e espírito de equipe.
Sem querer ser redundante com o tema, enfoco que, às vezes, não é nada fácil manter uma postura equilibrada e sensata. O estresse causado pela correria pode nos fazer esquecer das boas maneiras e sobrepô-las à gentileza. Acabamos deixando de fazer e falar o fundamental por causa do "protocolo" do politicamente correto que é ditado pelos soberanos tiranos do seio empresarial.
Mas, pensem bem num detalhe: você gostaria de ser maltratado todos os dias e por horas consecutivas por seus superiores? Gostaria de passar por humilhações e ser constantemente agredido verbalmente? Na verdade, nem percebemos nossas atitudes com nossos colaboradores e eles sentem a indiferença ou estupidez. Acabam sofrendo e muitas vezes isso é desnecessário.
Todos somos seres humanos e temos sentimentos. Ninguém é feito de gelo ou cimento para ser imune as atrocidades dos "chefes" insanos que se sentem os donos do mundo. Além disso, ninguém é obrigado a aturar estado de mau humor, insensatez e escutar palavrões o tempo inteiro. Para ser um verdadeiro líder, deve conhecer os conceitos básicos inerentes ao cargo e, um dos principais, é saber motivar a equipe e convencê-la de que suas ideias são boas. Nunca (jamais mesmo) provoque uma pressão dispensável ou faça com que os colaboradores trabalhem por medo ou coação.
Se você é empresário, diretor, gerente, supervisor ou tenha qualquer outro cargo de chefia, muito cuidado com o assédio moral. Hoje em dia as pessoas estão se tornando mais esclarecidas e buscando seus direitos. Já se imaginou num tribunal respondendo um processo por isso? Pense bem a aja de acordo com a civilidade!



Luiz Gabriel Tiago

Positive thoughts

"Our job as humans is to hold on the thoughts of what we want, make it absolutely clear in our minds what we want, and from that we start to invoke one of the greatest laws in the universe, and that's the law of attraction. You become what you think about most, but you also attract what you think about most."


John Assaraf

Mensagem

".....quando você está perdido e não sabe o porque das coisas, olhe para o alto, não importa o passado, tampouco o futuro!. Deixe a luz do Sol penetrar em si, e a força do Universo então se manifestará. Você tudo pode transformar, acredite! Seja de dia ou de noite, descubra o brilho de cada momento. Tristeza e dor podem se transformar em alegria e amor. Você existe e para todo o sempre. Chorar faz parte da vida, agora fique pronto para sorrir.Um novo começo, um novo amanhecer, chegou para você. Agora é a sua vez."



Recebi essa mensagem de uma pessoa especial, mas desconheco o autor. Caso alguem saiba, me avise para que possa fazer as referencias devidas.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Rio de Janeiro - Patrimonio da Humanidade

Fonte: Chicago Tribune, 05/03/10


O Rio de Janeiro poderá ser a primeira metrópole do mundo com o título de patrimônio da humanidade. O Rio integra a lista indicativa brasileira desde 2001, mas antes de a candidatura ter sido lançada oficialmente, foi preciso delimitar qual área da cidade estava incluída, pois se ela for aprovada pela UNESCO, o município do Rio e o País deverão se comprometer a preservá-la.
Dessa forma, espera-se que alguns bairros do suburbio carioca e que tem seu merecido charme recebam uma modelagem e carinho especiais, como Madureira, Vicente de Carvalho, Olaria, Ramos, Ilha do Governador e Bonsucesso. Sem falar em locais com destaque internacional como Santa Teresa, Lapa, Estacio, Ipanema, Leblon e Copacabana.
Mais uma vez o Rio se destaca no cenario mundial e, como dizem os especialistas, deve se tornar uma das mais ricas e estruturadas cidades do mundo ate os meados de 2018, dois anos apos os jogos olimpicos da cidade maravilhosa.

Sao Paulo Restaurant Week

Mesmo com a programação enfraquecida, evento guarda boas oportunidades

iG São Paulo 02/03/2010 11:51 - www.ig.com.br

Até o dia 14 de março, 200 restaurantes paulistanos participam da São Paulo Restaurant Week, festival que nasceu em Nova York há 18 anos e promove almoços e jantares mais baratos durante um determinado período. Para muitos, estas duas semanas representam a chance de comer em restaurantes caros por quantias abaixo da média.
Como funciona a Restaurant Week
As casas preparam um cardápio completo, com entrada, prato principal e sobremesa, por um preço fixo e camarada – 27,50 reais no almoço e 39 reais no jantar - lembrando que é acrescentado 1 real ao valor final da conta, em benefício da Fundação Ação Criança. Couvert, bebidas e serviço não estão incluídos e aumentam os gastos. É preciso se programar: as casas ficam muito mais cheias na temporada e, por causa do aumento do público e por mais que o estabelecimento calcule a procura pelos pratos do festival, pode faltar algum ingrediente ou prato. É recomendável ligar antes, reservar (quando possível) e tentar chegar bem cedo.
Quando a organização do evento divulgou os endereços que participam desta edição, o iG Comida avaliou que a extensa lista não chegava a empolgar. Há desfalques importantes, como o português Antiquarius e da francesa La Brasserie Erick Jacquin. Alguns dos nomes confirmados, no entanto, prometem boas oportunidades. Selecionamos 39 deles. Digite a origem e calcule sua rota. Ao clicar no ponto no mapa, você também terá acesso ao cardápio preparado pela casa.

Ipso Facto – The begin (again)

When faced with the motivation and see that it begins to take care of our routine work, we should be concerned and seek solutions for the return in style. Never too late to make changes and they must happen in a positive way, even if it moved the foundation of criticism, suggestions or complaints. Time is crucial at this stage and requires rapid decision making. A good professional faces always welcome all opinions, they may join and form a chain in favour of new way of looking at reality. Change must start from within with enough reflection and analysis of everything that we play or do not do over the journey. Of course we consider what comes from people competent and experienced enough to help in promoting change.
A born leader can realize their faults on the attitude of the people and, especially, the team led. Several warning signals are issued during the journey and we have to watch them and compile them in order to collaborate with the internal revolution. I stress the need for a change inside first, because it will not help the appearances and masks, as they will be toppled like a snap. The traces of weakness end up being known with the days and any one may be able to realize the no-change. In this case, a misstep can be fatal and compromise all the apparent effort to overcome the difficulties and obstacles of the route. Make a research staff and take time to reflect may perhaps be crucial to unroll it summed up this process with the stress and fatigue work.
From the moment that this awareness towards the turn happens if it mister put it into practice and set goals and targets for success. The onset can be tricky, because everyone may need a readjustment of your posture and readjust to new ways of working that was granted asylum. Talent is latent within everyone, but not everyone can see it, it becomes difficult to tangibility of something empirical or holistic. Without claiming to clear or inadequate, since then the performance should be measured with dedication and virtu. Do not expect immediate results (even with his eminence announced), for the time - even cruel and relentless - not produce miracles so far "not" achieved. Search the genius is possible and affordable one who has done such. Entrepreneurship, although not understood at all, can be developed and discovered with a thorough investigation: first personal, psychosocial and then, finally, outside. Engaging with one's own career is an eternal mission of all professionals, from the bottom to the top pyramid.
The change is important in all stages of a career, because the information make people become more demanding and seeker of perfection - even if it is impossible to reach it. The hardest thing is to convince those that transformation and change in the corporate world are inseparable, so specific in its content and exciting if you are not convinced that the routine is necessary and without the applicability of encouragements lasting (perhaps permanent) that persist for the increase in segregation values.
The applicability of such a feat promotes ipso facto concreteness anti-defeating and strong eradication of the pseudo-failure. Moreover, their service will be useful in the conduct of the awareness-motivation and personal development of new attitudes towards the confrontation of the situation. For it is not suggestible, determine goals to be met and organize activities so they can be performed and menus with the possibilities. Absorption (sub) systematically resist hourglass imposed by competition and stripped of sphinxes not distinguishable.


LUIZ GABRIEL TIAGO

quarta-feira, 3 de março de 2010

GENTILEZA COM MARTHA MEDEIROS

Diante de alguns pedidos por textos mais românticos, resolvi postar um fabuloso artigo da Martha Medeiros que fala sobre o amor. Quero que reflitam sobre a inocência desse escrito e transporte-o para a empresa em que trabalha. Vamos e devemos tratar todos com muito amor e gentileza. Afinal, para recebermos carinho, devemos dá-lo sem cobrar nada em troca. O verdadeiro sentimento provoca uma avalanche de satisfação pessoal e alegria.
Um dia de paz e amor para todos vocês que me acompanham.



Texto (Sem título):
"O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença. O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro. Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam.
Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor. Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência.
Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto."

SUCESSO!

Celebre as vitórias. Compartilhe o sucesso, mesmo pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.

segunda-feira, 1 de março de 2010

GENTILEZA E...

Usar “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite”, “obrigado”, “por favor”, “desculpe” e “com licença”. Além de gentil, isto pode abrir uma série de portas para você.